Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

terça-feira, 21 de maio de 2013

Quase que repito...


A maturidade, já falei muitas vezes, me ensinou a viver pelas várias mudanças que consegui fazer em minha vida.
Dizia minha mãe, em certa época de sua vida, que as suas lágrimas secaram. Quase que repito o mesmo que ela falava.
O meu coração não se tornou adverso às torturas e aos desafetos. Sinto de outra forma. Já não há mais sofrimento. Há um coração que sangra apenas baixinho, muito baixinho.
A maturidade me deu forças para me controlar, para voltar e para seguir. O mundo não para mais para mim. Seria um contraponto fazê-lo estacionar quando este, incansavelmente, caminha, dando voltas e reviravoltas.
Não pensei que fosse assim, leitores. Abro meu coração e especulo a vida, entrando na dança do vai e vem. Sinto-me aberta e fechada, quando tem que ser. Surpreendo a mim e aos outros. Acho até que adquiri esta fortaleza através de tantas experiências que o tempo se encarregou de ensinar. A vida e suas nuances.
Hoje sou capaz de "ver e de ouvir estrelas." Sou botão e sou rosa. Desabrocho e só murcho se for o último dos meus atos.
É isso aí, leitores, quem diria....mas, a maturidade foi a grande mestra. E esta não se esquece de mim e nem das outras...

Amanheci pensando em meu pai...


Amanheci pensando em meu pai. No céu ou nas estrelas, por certo, ele também me recorda com saudades e me envia as suas bênçãos e a sua proteção Divina, junto ao Pai.
Amanheci pensando em papai. Lembranças que se misturam a outros conteúdos e que me levam a querer reler o seu livro COISAS DE NÃO ESQUECER. Esta sua obra, deslumbrante por tudo e por muita essência, nos faz viajar com ele pela Europa toda. França e Portugal são descritos de forma tão suave e afetiva, que nos transportam a estes lugares, tomando os maiores banhos de civilização.
Amanheci pensando em meu pai. E não havia e nem houve como parar essas lembranças. O coração também comanda a mente. Havia uma saudade manifesta e, se eu sofria com as lembranças, já que o presente era outro, vivi e revivi tudo de bom que ele me ensinou e o quanto me amou...
Dizem que a inteligência é o produto da hereditariedade e do ambiente. Dele tive os dois fatores. Ainda fui contemplada com o dom de escrever. Amadora ou não, as palavras fluem em mim com a maior facilidade.Inspiração não me falta. Amo o próximo da maneira que vi ele amar. Tenho em mim a humildade e a honestidade apuradas. Posso dizer que construí o meu EU sob o prisma da realidade que não contempla soberba e nem orgulho, COMO DIZIA ELE..
Amanheci pensando em meu pai. Sem sonhos irreais e sem subterfúgios inexistentes, nem sei por que o pensamento foi tão forte neste amanhecer. Acho que ele estava pertinho de mim.
É, pai, você tinha razão quando escreveu:" O melhor lugar do mundo é a casa dagente. A maior dimensão humana é a saudade."
Hoje eu sinto muitas saudades suas...

sábado, 18 de maio de 2013

Um tanto diferente!!!!!


Acho que estou ficando um tanto diferente. Também pudera, o mundo dá voltas e a gente ou cria estratégias para acompanhar o rítmo ou acaba jogada na rua da amargura.
Confesso, leitores, que foram mudanças que por tentativas e erros, me deixaram alcançar um pouco da paz que pede o meu coração. Este clama por amor e, debaixo de algumas tempestades, mudei para que pudesse alimentá-lo. Não sei se deu para entender. Pelo menos, estou fazendo de tudo para que me faça compreeendida.
Afinal, afinal já é quase meia noite de um sábado bastante intenso. Foram momentos diferentes, daqueles que se pudesse, fazia perpetuá-los. Infelizmente essas curtições acontecem, quando muito, um dia sim outro não.
A variedade de andanças me proporcionaram algumas experiências. Tanto assim, que me encontro acordada como um zumbi, excitada e totalmente obcecada. Valha-me Deus!!!
Acho que estou ficando um tanto diferente. Alcancei mais liberdade de ações e fiz parar o meu pensamento em condutas que nunca foram a de todo dia.
Quem me conhece, sabe o tanto quanto era necessário mudar. E , assim, na maturidade dou uma guinada para subsistir sem muitas sequelas. Já basta o evento de que fui vítima porque não tomei as providências antes que o meu coração fosse traído.
Debaixo de tantas mudanças, não deixei as minhas leituras diárias. A propósito, no último dia 16 de maio, no Jornal do Commercio, li um excelente Artigo de Marcus Accioly, intitulado Tristeza e Saudade.
Admiradora da boa leitura e na minha situação de quase tristeza mandada embora a tempo, memorizei bem o que disse o autor: A tristeza é inquieta, possui algo do vento e do fogo. A saudade, não. Ela tem alguma coisa da terra firme e da água parada.
Mas, por hoje é só.... Tenho medo da tristeza e da saudade...
Acho que estou ficando um tanto diferente!!!!

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Devagarinho e de mansinho....


Tento, por vezes, bloquear os meus pensamentos, evitando indagações e perguntas cujas respostas se encontram na periferia de minha consciência. Não é fácil assim fazer. Pensamentos se tornam perseverantes e me acompanham quase que o dia todo. Impossível admitir certas condutas e palavras dirigidas, ou não, a minha pessoa. Parece até que o mundo se esqueceu de Deus...
A tarde vai dando os seus primeiros sinais de que a noite aponta, trazendo as estrelas mais cintilantes e uma lua que me fazem bem. A vida é quase sempre assim.
Há um tempo inexorável e uma vontade de relembrar momentos passados, nem que sejam aqueles em que a minha mãe estava sempre juntinho de mim.
Descobri tarde a frieza de muitos que se encontram ao meu redor. Tomei consciência na idade madura que aquilo que eu julgava inquebrável, era um vidro de cristal, mas que se tornou cacos pela força de sei lá o que....
Interrogações e indagações não me deixam, muitas vezes, na quietude de uma paz sonhada. Penso em mim e nos outros que não deveriam ser os outros. Aceito toda uma situação, mas indago com todas as letras, as mudanças inusitadas, não sei se melhores agora. Bem que muito mais tarde, tudo seria sofrível, quando hoje é aceitável e a adaptação bem mais fácil.
Da minha varanda, sinto os últimos raios do sol que vão desaparecendo e soltando ós últimos sinais de que ainda é dia.
Vida ,vida minha. Quisera perpetuá-la neste instante com todo o bem estar que se apodera de mim, sem pedir licença.
Sou capaz de sentir a luminosidade que me acompanha, agora, como se tivesse aberto os meus olhos para a beleza da vida. Longe de mim as inquietudes que eu vou matando devagarinho e de mansinho...

terça-feira, 14 de maio de 2013

Com os meus botões....


Enquanto espero em minha casa a minha nutricionista, sem nenhum esnobismo, mas por necessidade mesmo, vou dedilhando neste espaço um texto sem muita elaboração. Os meus leitores já me conhecem e me desconhecem quando finjo, muito poucas vezes, uma posição diante do cotidiano.
E a tarde vai se passando sem que, nem ao menos, eu tenha tirado um cochilo que tanto me faz bem. Coisas da vida que se entrelaçam com interrogações que eu respondo e aceito na mera condição de ter de aceitar.
Sinto, a esta altura da vida, que já aprendi muito e que as lições que me deram os meus pais me levaram a ser quem sou eu....
Da humildade á união, vou traçando o meu caminho, existam ou não percalços. Da falta de ganâncias, da cumplicidade, da honestidade e da boa educação, sinto que já fiz o meu perfil e que os outros que não são tão outros, por vezes, me admiram, mesmo em surdina.
Agradeço, leitores, pelo grande estímulo que vocês me dão e por tantas curtições das minhas postagens. De texto em texto, vou subindo a escada da posteridade que me faz ser chamada de escritora. A autoestima se torna bem maior. Há quem diga.
Mesmo um pouco fatigada, acho que cumpri as minhas obrigações, conforme manda o figurino.
Mas, a campainha toca em meu apartamento. Tenho que ir. A nutricionista chegou. Depois conto como tudo foi. Valha-me Deus, com os meus botões...

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Ao infinito do bem...


Ilusões no terreno da realidade. Expectativas destruídas. A vida ensinando devagarinho a nossa melhor conduta. O querer bem e as renúncias elaboradas na hora e no momento certos. Deus acima de tudo.
Quisera eu poder me juntar aos pequeninos e aos frios de ânimo as experiências vividas e as aprendizagens sobre o que é a vida.
Tenho aprendido que a idade adulta não destrói a inocência que aparece em forma de mal. Acho que devemos pedir pelos que se valem de um grão de areia diante de um oceano de bons caminhos.
A vida e suas nuances sob todas as formas e razões de ser. A bondade superando tudo que há de menor. Eu e minhas inúmeras vezes, cada qual demonstrando coerentes justificativas ou incoerentes injustiças.
O tempo superando tudo que nos dói e tudo que nos machuca. Já ouvi dizer que O tempo é o senhor da razão. Oxalá nunca falte a justiça de Deus...
O dia se sobrepondo a escuridão da noite. De forma metafórica e de maneira concreta.
Aprendi mais do que podia merecer. Lembro do meu pai nesse momento, com a sua célebre frase: "Está melhor do que mereço."
Eu rezando o terço com convicção. A fé em Deus e a esperança de um mundo melhor. A viagem ao infinito do bem...

domingo, 12 de maio de 2013

MÃE: tu és feita de muito Amor...


A maturidade me fez passar por momentos de crescimento, por muitas alegrias e por instantes de sofrimento quase inesperados.
Lutei e relutei em escrever este texto. Acho que não vai ser fácil. Encontro-me dividida entre o prazer de ser mãe de uma filha maravilhosa e a seriedade que o momento me impõe por sentimentos de amor filial que me fazem ficar entristecida: a minha mãe num leito sofrido, alimentada pela impossibilidade de comemorar, como sempre fez, o seu Dia.
lutei e relutei em escrever. Pensamentos antagônicos em minha mente. A preocupação em curtir esta data com a minha filha, sempre tão filha e tão devotada e a memória de momentos passados com a minha mãezinha, razão do muito que me fez sentir em paz.
Difícil. Há uma certeza de que Dia das mães é todo dia, mas não consigo parar de imaginar o que sente a minha mãe, se pensa ou se não pensa mais em nada. A minha mãe se indo e uma dor imensa que se instala no meu coração mazelado. Um coração que abriga tanto amor e todos os sacrifícios para fazê-lo bater, mesmo em descompasso. E a minha mãe ausente de tudo que passo e que já passei. Uma cumplicidade perdida entre nós duas, um porquê indefinido, uma dor difusa, uma angústia dilacerante, um sofrimento intenso de uma Santa mãe.
Lutei e relutei em escrever este texto. Juntei as forças e me uni a minha filha , porque também preciso ser uma mãe quase perfeita de uma filha que só me faz o bem. Meu amor maternal também fala alto.
Mais tarde estarei com a minha mãe. E para todas as mães do mundo, os meus mais sinceros Parabéns!!!!