Especial!!

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Linda!!!!

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Dançando na chuva....


É tempo de inverno. O panorama está a olhos vistos. Estava no trabalho hoje pela manhã quando a chuva caiu de forma estrondosa, dando vez a mil trovões e inúmeros relâmpagos. Nem sei se posso chamar de espetáculo da natureza. Tudo foi tão aterrorizante que até RAIO caiu. Imaginem, leitores, o perigo.... assustados nos encolhemos num canto com a orientação de não ficarmos em baixo de árvores. Valha-me Deus, pois, além de tudo, a luz desapareceu por completo....
Como estou numa fase muito passiva, enfrentei tudo com muita paciência e sem os temores que o momento exigia. Até lembrei de parente minha. Nunca deixamos de ser cúmplices nas horas em que os laços sanguíneos falam mais alto. Pedi que Deus diminuísse a angústia que provocam esses trovões. Acho que fiz tudo que poderia fazer.
Com certeza, aprendi a dançar na chuva. Foram atoleiros e filigranas que me fizeram mudar a minha postura, a minha forma de ser, de agir e de reagir. Dei adeus aos desejos de poder, de orgulho e de ganâncias. Já estava em boa hora, se é que antes tive esses desejos. Na verdade, penso que sempre fiz das pequenas coisas o meu bem maior.
Fiz uma pausa em meus pensamentos. Alguns estavam me agoniando e outros insistiam em perseverarem. Não me perguntem como tudo aconteceu. Apenas sei dizer que sou psicóloga, estou sendo acompanhada por uma nutricionista, um personal trainer e convivi algumas vezes com um profissional da área de saúde. Se me foram úteis, acho que sim...
Aprendi a dançar na chuva de todas as formas, fisico e emocionalmente. E agora, meus leitores, ninguém me leva mais ás torturas inexplicáveis, injustificadas e sem sentido. Mudei e me transformei numa andarilha!!!!

domingo, 28 de abril de 2013

Que mais posso querer?


A tarde de domingo se arrasta,trazendo um panorama, até certo ponto, nostálgico. Há um tempo escuro e o prenúncio de muita chuva. Na certa, o inverno chegou e quis ficar...
A noite parece ter chegado e o céu não dá lugar nem às estrelas e nem a uma lua resplandecente e brilhante. É o tempo em que nos aninhamos na cama, quase sem querer. Não há muito o que fazer, pois o frio sempre nos deixa desacostumados a uma energia cada vez mais energia.
Confesso , leitores, que já usei todas as minhas ferramentas para me afastar um pouco dessa preguiça imposta pela nostalgia desse tempo tão invernoso.
Evidentemente, não me faltaram um belo Restaurante e nem o passeio de carro, além de minhas leituras do cotidiano e das minhas visitas a internet. A modernidade muda o centro de outras antigas atenções.
Já me ponho de sobreaviso para a minha saída noturna, evitando cair numa espécie de ansiedade temporal. Incrível, mas verdadeira.
E pensamentos insistem e persistem em minha mente, alguns retirados dos porões do inconsciente, como bem fala o célebre escritor AUGUSTO CURY. Venho lendo o seu livro, O FUTURO DA HUMANIDADE, e me deliciando com o seu estilo de escrever, seus ensinamentos e suas deslumbrantes frases que nos levam a meditar e refletir mais aguçadamente.
A vida e suas nuances. Acho que essa forma de expressão já se tornou de minha autoria, tantas e repetidas vezes, tenho eu mencionado.
Neste momento, em meu quarto, desfruto da beleza e do aconchego do meu canto, dentro de todos os padrões de sensualidade estética, repetindo Oscar Wilde e suas inerentes características.
Aqui,sozinha em meu canto, desfruto de uma solidão bem curtida.....Que mais posso querer? sozinha

sábado, 27 de abril de 2013

Quase confusos e antagônicos....


Prometi aos meus leitores que faria hoje uma crônica bem melhor do que a de ontem. Promessas são dívidas, mas nem sei se poderei pagá-las em tempo hábil. Deixo assim que os meus pensamentos voem longe, procurando alguma inspiração, ainda que isto não esteja sendo tão fácil.
Sentimentos vários, quase confusos e antagônicos, permeiam em minha mente e me deixam numa encruzilhada.
Há em mim um lado de satisfação e outro de saudades que me deixam desorientada neste momento. Com certeza, não deveria ter prometido e, muito menos, confiado no meu dom de escrever. Quem sabe ele também não falhe....
Fiquei ontem emocionada ao ler e reler a biografia do meu pai. A minha convivência com ele não me faria ter surpresas. É que algo escondido no meu coração mazelado estava um pouquinho longe de minhas lembranças.
Pensamentos confusos martelam em minha mente. Sinto que sou incapaz de defini-los, como se um bloqueio, não sei qual, me tornasse inábil para fazê-los claros e , até mesmo, manifestos.
De certeza, sinto que ando num período passivo, alheia a muito de muitos fatos que não deixo entrarem no meu consciente. Já sofri demais pelos eventos que não são inerentes a minha pessoa. Será que não está em tempo de estancar e de esquecer tudo, ou quase tudo, que não é meu?
E o dia vai passando. Sentimentos confusos, quase antagônicos, fizeram parada em minha mente. Absorta e, ao mesmo tempo, alienada, vivo um momento único que se bem não faz, muito menos faz o pior....
A vida e suas nuances. Eu e as minhas peculiaridades. E agora durma com um barulho desses....

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Tão radical !!!!!!


Sinto que a minha maturidade me fez melhor e bem maior. Os impulsos de outrora se foram e as minhas impetuosidades desapareceram. Se porventura me sentia magoada, nada disso existe mais.
Estou numa fase de que só briga comigo quem está disposta a enfrentar as desavenças sozinha...
Ai vida, vida minha. Quanta coisa aprendi ao longo do tempo. Fui assimilando aos poucos uma forma de enfrentar os outros e os fatos com mais passividade. Comecei a acreditar muito mais em Deus e na certeza de que Ele sempre està a nos espreitar.
Madrugadas, por vezes, me tiram o sono e , ao invés, de me atormentarem, ensinam a resposta que eu devo dar a tudo que parecia ser pior do que realmente é...
As estrelas brilham hoje no céu e a lua se torna resplandecente como se quisesse me mostrar a beleza da natureza e a certeza de que elas nos acompanham sempre no bom caminho.
Da minha varanda , sou capaz de ouvir o barulho das ondas do mar.É todo um espetáculo que me rodeia e que me aplaude nas situações que já me incomodaram. Tudo isso como se a minha fragilidade fosse impossível de ser jogada ao relento.
Hoje leio e releio mais de um livro de uma só vez. Acho que mudei com ousadia, á custa de atoleiros, mas atingindo o ápice do que tanto desejei e tanto sonhei...
Valha-me Deus se me permiti, aos poucos, essa mudança tão radical!!!

* Escrevo esta crônica em frações de segundos. Amanhã vem melhor, meus leitores. E bem melhor...

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Do que já foi passado...


Fiz uma pequena pausa no meu blog. Acostumada a escrever quase que diariamente, ocupei-me com a leitura de livros, abrindo um espaço, também, para meditar. Nada mais que justo, necessário.
Às vezes, nem sempre, temos que refletir e mudar o cotidiano, nos refazendo do sempre de todo dia. E a vida, o maior e melhor dos nossos livros, vai passando sorrateiramente, discretamente, mas não para.
Parece que a temporada de verão vai se indo de passo em passo, dando vez à chuva, um pouco de frio e a leveza de ares ventanosos.
Lembro bem que no ano passado, nesta mesma época, fiz tantas crônicas, que vou deixando registradas para possíveis leituras futuras, nem sei se tão próximo quanto não parece.
A vida e suas nuances. E o mundo gira e eu alterno momentos de fortaleza e de certa fragilidade, perceptíveis ou não aos olhos de quem me vê e de quem me escuta.
Mudando, eu mesma, o meu foco, registro aqui que em conversa hoje sobre a maturidade, falava às minhas amigas de tudo que ganhei nesta fase. Admiradas, estas ouviam o que eu dizia. Eram mais novas e escutavam, atentamente, como e quando comecei eu a falar com os olhos do coração.
A esperança renascida, o amor a dois tomando ares de amor profundo e a ausência de qualquer rancor, mesmo quando a vida mostrava o lado avesso da afetividade.
Aprendi tanto nesta fase que o inacreditável se tornou verdade. Os meus sentimentos foram mudando e eu me tornei a realidade e a certeza de que é possível dar uma guinada e viver o que se tem de melhor. Sem mágoas, sem tristezas, carente de afetos que se foram e, mais do que nunca, na renúncia do que já foi passado...

domingo, 21 de abril de 2013

Minha maior produção!!!


Tentativas várias me deixam sem muita inspiração para escrever esse texto. Melhor seria não digitar as palavras que insistem e persistem em se misturarem com o sentimento de saudade.
A casa, um tanto vazia, me faz recordar um Artigo de papai intitulado A casa vazia, escrito em suas crônicas diárias no Jornal do Commércio. Lá se vai um tempo...
Com certeza, não faltou inspiração ao meu pai, mestre nas palavras e no saber.
Essa sua crônica referia-se a minha partida de casa, quando fui abençoada com o matrimônio. De uma prole de seis filhos, fui a última a casar. Ocupei, por pouco tempo, o lugar de filha única. Este período não abriu espaço em minha história de vida, como não sendo bom. Muito pelo contrário.
Os filhos crescem e alçam voos. Perdoem, leitores, se faço dessa postagem um espaço pessoal. É que saudade também dói.
As viagens turísticas nos dão um treinamento e uma certeza de que a vida a dois tem um recomeço.
Viagens turísticas de filho nos deixam, também, saudosos. A prole, por menor que seja, faz falta pelos ares de amor, convivência , de alegrias e de jovialidade.
Saudade de filha minha, ímpar na sua essência, bela na sua maneira de ser. Maravilhosa, por ser minha maior produção!!!

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Rompi com as grades...


Não, não foi fácil. Estar entre duas encruzilhadas, é necessário ser forte e muito atento para estabelecer metas e escolher como enfrentar as consequencias da escolha. Não, não foi fácil.
Existiram muitas interrogações rodeando a minha mente. Se agia de uma forma, me magoava e se me habituava a sofrer, não conseguia. Foram vários tropeços e muitos atoleiros. O meu sistema bio químico agindo e reagindo. Por vezes me sentindo presa entre grades ao invés de desfrutar de uma liberdade aprendida.
Mudei o foco. Nem posso dizer se foi para melhor ou para pior. No meu "achismo", penso que ganhei. Se vivo algumas perdas, não estou sozinha. Há um lado que fez mudanças , mas há um outro lado em quem plantei alguns sentimentos, por certo, confusos.
Em mim, pairou um momento de certa paz. Havia algo incomodando, enquanto se iniciava 2013. Foi como se não tivesse certeza do que estava sentindo. Tudo sem "ineditismo", mas interrogado.
Rompi com as grades. De acordo com o filósofo Wilhelm Reich, "É possível romper as grades de uma prisão,desde que primeiro admita que está dentro dela."
Falo por metáforas. Fica claro que o meu texto aborda mais o emocional do que mesmo o físico. Grades que me prendiam de forma emocionalmente desequilibrada. Mas, se não rompi, fiz mudanças. E que todos entendam o esgotamento que me levou a fazer mudar...