Especial!!

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Linda!!!!

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Da maneira que eu desejo....


E lá se vão tempos e tempos. Lembranças e recordações seletivas, que eu passo a vivenciá-las na medida do possível e, principalmente necessárias.
Já disse que não sou muito adepta de inúmeras lembranças. Em sua maioria, me fazem falta os afagos, a união e muitos bons momentos. E que momentos.
Sinto que a maturidade me tornou uma mulher muito realizada na vida. Não importam as perdas, os ganhos foram maiores. Aproveito e recomendo o Livro de Lya Luft: Perdas e Ganhos. Já fiz a leitura e posso dizer, de cátedra, que a escritora é ímpar em seu estilo...
Mas, mudando, talvez, de ares para bugares, gosto de fazer muitos devaneios. Sinto e pressinto uma tendência minha em me calar, mesmo que escreva tanto e me escancare verbalmente dentro dos limites dos meus limites.
Há um silêncio que me faz morada. Ele se instala , essencialmente, quando a necessidade mais do que me obriga, exige. Quem bem me conhece, reconhece essa minha forma de agir. É como se o falar pudesse despertar tantas controvérsias que a maturidade, por mais que trabalhada, não suporta mais.
Ao contrário de muitas ocasiões, falo tanto que, penso eu, acabo por incomodar. Que o mundo se torne avesso aos meus comentários, mas que a minha vida seja da maneira que eu desejo...
Com todas estas confabulações, admito que o meu maior momento é o do silêncio. E que as minhas lembranças não permaneçam sempre em latência. Grande Kierkegaard com a sua Filosofia e o seu existencialismo. É dele o pensamento: "A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás, mas só pode ser vivida olhando-se para frente." Que eu saiba pesar o antes e o depois E TIRAR AS CONCLUSÕES CERTAS...
E que o meu silêncio seja sempre na hora certa. Aí poderei dizer: O MEU SILÊNCIO SE FEZ ELOQUENTE!!!!

terça-feira, 16 de abril de 2013

Surpresas Agradáveis!!!!



Tantas e quantas palavras gostaria de escrever, mas o meu super ego censura e eu me vejo uma mulher quase de aço, contanto que não permita que estas palavras de amor e de carinho sejam levadas ao vento. Incrível essa verdade, por mais autêntica e real seja ela...
Penso que nos bastidores estão muitos dos meus amigos. São aqueles que de longe me amam e me apreciam. São outros que dia sim, dia não, abrem o meu blog, leem e, por vezes, releem as minhas postagens. Inimaginável essa verdade...
E assim lá se vai o meu viver. Há sempre uma crença de que os amigos existem e estão nos bastidores, lindos bastidores. E essa doce imaginação ou cruel ilusão dão a mim um sentimento de que não estou só. Difícil seria estar, ou não?
Tantas afirmativas e quantas interrogações vão embalando o meu viver. Entremeando o meu comportamento, dou lugar, algumas vezes, a um mutismo. E esse silêncio fala, porventura, muito mais alto do que tantas palavras que deixo , hoje, o meu coração se emocionar, permitindo que não me feche num mundo de tantos mundos.
Amanheci muito cedo. Faço, agora, uma pausa, evitando que o estresse deixe que o meu coração sinta e ressinta o que não aguenta mais e nem pode, por mais que esteja sendo bombeado pelo que há de melhor. Interessante, não é? quem bem me conhece, sabe....
Faço essa escolha de tema sem nenhuma justificativa. São assuntos que chegam, sem pedirem licença e me intimam a escrever. O texto é feito em frações de segundos, mesmo sabendo que irá agradar a gregos e , talvez, não a troianos. E por que não aos dois? A vida é tão cheia de surpresas agradáveis!
Aí está a minha produção.Leiam,hoje, se puderem. O amanhã só vem depois.....

domingo, 14 de abril de 2013

Permitam-me sem medos....


Permitam-me que eu saia um pouco do convívio de muitos convívios. Permitam-me que eu siga o meu caminho sem atropelos e sem desafetos. Permitam-me que a minha solidão seja compartilhada por quem gosta de mim. Permitam-me isto e muito mais....
Há momentos em nossa vida que não são fáceis. Existem muitos outros suaves e bastante encantadores. A vida não é sempre a mesma, por mais que nossas escolhas briguem com a realidade.
Como dizia Fernando Pessoa: "A realidade não precisa de mim." Basta meditar sobre este pensamento para que nos convençamos que nem tudo sairá como escolhemos, ou sim?
Permitam-me que eu siga e prossiga e não se voltem para mim com filigranas de tantas faltas de amor , com a ausência de um carinho que me faria tão alegre.
Acordei-me com mil pensamentos que, com certeza, virarão idéias. A vida e suas nuances. A descoberta de um caminho que , por mais que tenha demorado, foi achado.
O meu texto não traz explicações. São reflexões que se tornaram reais.
A gente erra quando não se deixa crescer. Quando se torna adulta, matando a nossa criança, deixando de lado um sorriso, um abraço e o desejo de ser solidário.
Permitam-me que eu, agora, seja eu e meus ganhos, Sonhados e realizados.
Permitam-me sem medos e sem arrependimentos...

quinta-feira, 11 de abril de 2013

A penúltima lágrima...


Naquele dia, eu derramei a minha penúltima lágrima. A última lágrima, eu não me permiti chorar e nem divulgar a que pertencia.
Como disse KIERKEGAARD, o desespero humano não se deriva da depressão, mas da alienação do eu. Não estava desesperada. Havia uma decepção rolando em mim e uma saudade enrustida e instigante, daquela que nos aparece inusitadamente e que se instala sem pedir licença.
Devia estar um tanto frágil e um tanto vulnerável. O choro é uma das formas de expressão de que algo não vai bem e que é necessário nos situar na nossa condição de ser.

Derramei a penúltima lágrima. Não tive como me conter e deixá-las sufocadas. Estive aliviada quando isto aconteceu.
Foi nesse dia que pedi quase socorro aos céus e às estrelas. Poderia ter sido num dia esperado, mas foi tudo tão preparado, sem que eu ,também, pudesse reagir de outra maneira. Teve que ser assim.
Dei um tempo em meu cotidiano. Foram tantas reviravoltas que seria necessário ter uma mãe sadia e muito viva para me aninhar em seus braços e cantar para mim. Mas, os tempos passaram.
A vida é bela, mas é curta. E a última lágrima fora guardada como alternativa para que eu não secasse quando na hora exata.
O tempo quase parado me tirou de qualquer ação/reação. Às vezes, a gente para o tempo para não se desesperar. Grande Kierkegaard.
Tudo acontecera assim. Estou me acostumando com o certo e o incerto, com o afeto e o desafeto, com o bem e com o avesso da bondade...mas, derramei até a penúltima lágrima...
* Kierkegaard: Filósofo e teólogo dinamarquês.(05/05/1813 a 11/11/1855 )

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Deixem que eu me escancare....

Deixem-me que eu escancare as minhas alegrias e os meus dissabores. Deixem-me que os meus pudores não atrapalhem o meu desejo de ser quem sou eu, com todas as minhas verdades e com as minhas ilusões e desilusões , por vezes, encobertas por este sentimento que não me faz tão bem...
Já disse e reitero que todo dia não é todo dia e nunca será. O que eu escrevo no dia de hoje não contradiz o meu texto de ontem em momento algum, ainda que alguns tenham a vontade de comparar a minha auto estima sem nenhum sinal de oscilante. Ela é uma só e foi caminhando muito que eu adquiri o bem estar de me amar, sem empecilhos de impensados e de quase frios de ânimo.
Cada dia aprendo mais e muito mais. Esse crescimento é o que faz pensar que não há idade para se ir adiante, para pular fogueiras e para demonstrar a fortaleza que os fracos ainda não perceberam porque tenho uma máscara que uso apenas quando devo, por que não?
Deixem-me que eu escancare a minha vida, sem segredos e sem medos, sem fobias e sem receios. Lutei e relutei. Fiz o que podia e o que não podia. Fui além das minhas energias. Amei e fui amada. Fui autoritária e subserviente. Estive no escuro, mas a minha luz foi mais forte. Que bom o quanto venci...
Leitores, deixem que eu me escancare porque assim eu quero...deixem que eu role em meus lençóis,de uma alvura irresistível.Lençóis que falam quando é preciso...quando o amor se faz presente.
É assim que eu gosto e portanto, leitores, deixem que eu me escancare....

terça-feira, 9 de abril de 2013

O que se pensou, não foi...

Percorri um longo caminho para chegar onde estou. Havia uma estrela cadente, sem malícias, sem julgamentos , sem invejas e sem traições. Com certeza, só aprendera a iluminar as nossas caminhadas.
Passei por belos lugares e se houveram atoleiros , esses foram ultrapassados pela luminosidade que me fez vencer os obstáculos, daqueles que o homem , que é humanizado,consegue vencê-los pela força que herdou na sua criação.
Mas, o tiro saiu pela culatra. Existiam expectativas naquele dia. E que dia ou que dias.....O que se pensou não foi e o que queriam não aconteceu. Terrível decepção para quem sonha muito. Daqueles sonhos/desejos sem nenhuma perspectiva de serem felizes. Naquele dia tive pena, uma pena sem dó, mas com vontade de mudar tudo que se resume no mal para tudo que se resume no bem.
Estou numa fase de muitas reflexões, aprendi a amar a mim mesma, sem reservas, sem arrependimentos e sem a incerteza de ser eu a principal pessoa para mim mesma. Se não há autoestima, não há prazer.
Mudando de Psicologia para outros devaneios, posso notar que a minha nutricionista domiciliar me devolveu a aparência que me dá mais alegria e me faz mais saudável.
Mas, o tiro saiu pela culatra. Essa frase, quase em desuso, resumiu bem o metafórico do fato. E eu ainda, por certo, terei um dia que continuar a caminhar. Há sempre algo a aprender e a ensinar. A oportunidade é esta. A gente muda na terapia, mas a reflexão também ajuda e muito.Isso, eu li de uma grande pessoa a quem muito admiro!!!!
E a estrela cadente sempre estará na minha estrada. Através dela nunca deixarei de ser melhor, bem melhor...

domingo, 7 de abril de 2013

Ou não?


Acabara de ler um bom livro, do qual farei uso e citação na minha próxima crônica. Neste exato momento estou só em meu apartamento. Sem nenhum sentimento de solidão, andei a casa toda, desfrutei a beleza dos quadros e fui ao meu quarto.
Neste instante, percebi que as minhas companhias eram as imagens de várias Nossas Senhoras. Ainda havia Larissa, a minha bonequinha trazida de Portugal. Viajou um bom tempo e veio parar em minha casa. Em determinados momentos, parecia falar comigo, tal o apego que tive a ela desde que chegou. Ela me trazia lembranças do passado e a realização de um sonho deveras antigo.
Em textos anteriores, já mencionei sobre Larissa. Seria o lúdico que eu fazia renascer na maturidade, sem nenhuma regressão, mas um sonho que muito depois se tornou realidade.
Depois, deixei fluir o meu pensamento e, mais do que tudo, ouvir a voz do meu silêncio que me trazia a voz interior, a voz da serenidade. Estava em paz.
Concluí que é no silêncio que podemos ouvir os nossos verdadeiros desejos. Certifiquem-se , leitores, praticando tanto quanto fiz eu.
Ainda em voos à deriva, passei de um passado estressante, para um presente vivo , sem um futuro carregado de ansiedade, traduzindo talvez um estado de certa confusão que, neste momento, se passava em mim, sem que eu quisesse admitir.
lEMBREI DOS OUTROS, PRÓXIMOS OU NÃO, CONHECIDOS OU NÃO. Cheguei à conclusão que a maioria dos homens começa a navegar e enfrenta o mar sem pensar em uma eventual tempestade, como bem disse Sêneca.
Achei que é preciso viver o presente sem ignorar as mudanças, as quais deveremos estar sempre abertos.
Percebo, neste momento, os vários focos do meu texto. O estar só deu a mim instantes de muitas imaginações. Que tenham sido bons esses momentos.
Como disse Einstein: " A imaginação é a força da criação.'
Pelo menos, terminei bem o meu texto, ou não?