Imagino que o texto de ontem foi lido e entendido nas linhas, muito mais que entrelinhas. Na verdade , refiro-me ao aconchego familiar de muitos natais e Anos Novos, que hoje se fazem substituídos pelos pequenos núcleos, por imposição que nem sei explicar e nem quero me deter em filigranas, que já são páginas viradas.
A época natalina em família sempre foi para mim muito mais do que outros tempos que se constituem, também, festejos. Se mudaram para alguns, fica a certeza que Deus, mais do que ninguém, está no comando de tudo. Conformada e alegre, passado um ano, eu estou. Sou eu antes e depois de muitos dissabores, entre os quais o meu infarto, a quase morte que me fez viva....
Quanto às confraternizações de amigos, ficam para mim a desejar. Sempre achei que aconteceram sob um véu de falsidades lapidadas. Já nem penso nelas, até porque o Ano passado foi o ápice de todos os tempos. Valha-me Deus tantas decepções, passados cinco a seis dias. E assim se fez....
Passado o mês de janeiro foi que vi e senti a minha mudança para patamares nunca imaginados e sonhados por quem me quis tão mal, sem motivos e sem razões que me chegassem à consciência.
Hoje sou uma mulher modificada, altiva, de realizações concretizadas em todos os sentidos. E o tiro saiu pela culatra....
Mas, o que passou, passou. Para quem não me conhece a fundo, fica a certeza do meu contentamento que se aguça a cada dia, sem os prognósticos feitos e mais jovem na minha maneira de ser e de proceder. Sem amarras e sem pudores. Sem subserviências infundadas. Eu crescida e exultante. Coitados dos coitados. Saibam apenas que a fila andou e me levou para um voo muito alto....
Essa crônica pessoal, só alguns entenderão. Depois vem melhores....
É UM ESPAÇO PARA EXPRESSÃO DE MINHAS INSPIRAÇÕES, EM FORMA DE TEXTOS/CRÔNICAS E, ATÉ, DE POESIAS. TRATA-SE DO MEU SEGUNDO BLOG E PRETENDO QUE SEJA ELE MAIS RESERVADO. O LEITOR HAVERÁ DE NOTAR MUDANÇAS, SENDO ELE QUEM IRÁ AVALIAR AS PALAVRAS QUE CHEGARAM PARA FICAR E OUTRAS PARA QUE O VENTO LEVE. IREI POSTAR PENSAMENTOS E DESTAQUES DO ESCRITOR NILO PEREIRA, COMO ADMIRADORA E FILHA QUE MUITO APRENDEU COM ELE E SEMPRE SEGUIRÁ AS SUAS IDÉIAS.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Acordando-se nas lembranças...
Deixei que os meus pensamentos corressem livres, depois de ter repousado um pouco. A noite se anunciava e mostrava um céu que ia se modificando de cor e deixando que as nuvens ficassem quase desaparecidas. Isto era tudo que eu via de minha varanda, palco de grandes devaneios. Alguns que se perpetuaram no mais íntimo dos meus arquivos.
Imagino que declarar que vou deixar o meu blog é, ainda, muito precoce. Para quem vive de impulsos literários, tem muito o que refletir.
Passeio por toda a casa e me prendo na decoração inacabada do Natal. Amo este tempo pela beleza da ornamentação, pela comemoração do nascimento de Jesus, pela esperança de que se repitam anos que se foram e , até, pela conformação do que não mais existe.
As ruas brilham de luzes prateadas ao meu redor. O Shopping é a maior das atrações e eu sou eu antes e depois de tudo....
Dezembro é sempre dezembro. As comemorações são muitas e o amor aos meus é uma das maiores razões de ser.
Há quem diga que já viveu muitos carnavais. Eu digo que já vivi muitos natais e muitas chegadas de anos. Há uma saudade que se contradiz com o tempo que se foi, por que não sei....
A vida e suas nuances. O meu pai muito longe ou, mesmo, perto demais. A minha mãe, o maior dos meus diamantes, num leito que foi preparado para tanta aflição. Deus, o maior dos maiores
Tempos que se foram. A adolescência adormecida e se acordando nas lembranças. A família reunida e o núcleo familiar tomando o seu lugar...
Uma inquietação toma conta de mim, ao mesmo tempo que o meu viver de glórias a substitui. O ontem e o hoje. A forma de como jogo as minhas cartas e o esplendor que se faz maior.
Que Jesus proteja os pequeninos, dê paz aos homens feitos e que nós sejamos o Amor de DEUS!!!!
Imagino que declarar que vou deixar o meu blog é, ainda, muito precoce. Para quem vive de impulsos literários, tem muito o que refletir.
Passeio por toda a casa e me prendo na decoração inacabada do Natal. Amo este tempo pela beleza da ornamentação, pela comemoração do nascimento de Jesus, pela esperança de que se repitam anos que se foram e , até, pela conformação do que não mais existe.
As ruas brilham de luzes prateadas ao meu redor. O Shopping é a maior das atrações e eu sou eu antes e depois de tudo....
Dezembro é sempre dezembro. As comemorações são muitas e o amor aos meus é uma das maiores razões de ser.
Há quem diga que já viveu muitos carnavais. Eu digo que já vivi muitos natais e muitas chegadas de anos. Há uma saudade que se contradiz com o tempo que se foi, por que não sei....
A vida e suas nuances. O meu pai muito longe ou, mesmo, perto demais. A minha mãe, o maior dos meus diamantes, num leito que foi preparado para tanta aflição. Deus, o maior dos maiores
Tempos que se foram. A adolescência adormecida e se acordando nas lembranças. A família reunida e o núcleo familiar tomando o seu lugar...
Uma inquietação toma conta de mim, ao mesmo tempo que o meu viver de glórias a substitui. O ontem e o hoje. A forma de como jogo as minhas cartas e o esplendor que se faz maior.
Que Jesus proteja os pequeninos, dê paz aos homens feitos e que nós sejamos o Amor de DEUS!!!!
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Cheguei da praia cantarolando....
Cheguei de uma bela caminhada na praia. Que bom morar em Boa Viagem e poder usufruir desta maravilhosa natureza. Deixei que as águas do mar molhassem os meus pés e vi o sol se pondo para dar lugar à lua. Panorama lindo, lindíssimo.
Cada vez que ajo assim, chego em casa cantarolando. É como se tivesse me alimentado de corpo e alma.
Estou pronta para saborear mais e mais. Acolhida neste bairro especial, faço da minha vida, também, um motivo de muita alegria.
Ao contrário, prima minha, do que possa eu parecer, curto os meus momentos de maneira extremamente vivida. Está aí a prova.
Mas, conversa puxa conversa, lembro da minha juventude, já se vai um bom tempo. Apesar de me olhar no espelho, tal qual Oscar Wilde, não me sinto tão machucada, talvez menos do que ele.
Além de tudo, por ter a cultura como o meu melhor prato, nutro os meus ganhos com uma fortaleza extraordinariamente notória.
De bom tom, sei me lapidar e ser reconhecida, nem que seja por ter vindo de uma família que me fez maior.
Vida, vida minha, a minha mãe é para mim o espelho que eu aprendi a seguir. Fidalga, de fina educação, tão doada como amor infinito, sigo os seus passos da melhor maneira que eu posso. Elogios não me faltam . Isso levanta o meu âmago e me vejo como se tudo fosse verdade, mesmo não sendo. Aqui, fala o meu pai através de mim. A sua humildade à flor da pele , que eu incorporei porque acho certo.
Vida, vida minha. Cheguei da praia cantarolando. Nada havia como terror. A vida me ensinou muito!!!!
Cada vez que ajo assim, chego em casa cantarolando. É como se tivesse me alimentado de corpo e alma.
Estou pronta para saborear mais e mais. Acolhida neste bairro especial, faço da minha vida, também, um motivo de muita alegria.
Ao contrário, prima minha, do que possa eu parecer, curto os meus momentos de maneira extremamente vivida. Está aí a prova.
Mas, conversa puxa conversa, lembro da minha juventude, já se vai um bom tempo. Apesar de me olhar no espelho, tal qual Oscar Wilde, não me sinto tão machucada, talvez menos do que ele.
Além de tudo, por ter a cultura como o meu melhor prato, nutro os meus ganhos com uma fortaleza extraordinariamente notória.
De bom tom, sei me lapidar e ser reconhecida, nem que seja por ter vindo de uma família que me fez maior.
Vida, vida minha, a minha mãe é para mim o espelho que eu aprendi a seguir. Fidalga, de fina educação, tão doada como amor infinito, sigo os seus passos da melhor maneira que eu posso. Elogios não me faltam . Isso levanta o meu âmago e me vejo como se tudo fosse verdade, mesmo não sendo. Aqui, fala o meu pai através de mim. A sua humildade à flor da pele , que eu incorporei porque acho certo.
Vida, vida minha. Cheguei da praia cantarolando. Nada havia como terror. A vida me ensinou muito!!!!
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Enquanto a madrugada dava os seus primeiros sinais....
Enquanto a madrugada dava os seus primeiros sinais, pensamentos confusos insistiam em me fazer morada. O hoje realidade e o futuro a maior das incógnitas.
Pensei em mim e em muitos. Um turbilhão de indagações me atormentavam e eu sofria um pouco de falta de ar, como se o pânico tivesse tomado conta de mim pela primeira vez.
Imaginei a dificuldade em decidir sobre duas escolhas, quando essa preferência pudesse implicar a morte emocional de outrem Tarde demais descobri muito do que mais precocemente poderia fazer parte de minha vida. Que pena!!!!
Lembro de várias pessoas que me rodeiam, dos meus familiares e das perdas que sofri, mesmo sem saber o porquê, mesmo estando vivas todas essas criaturas.
A bondade, a caridade, a fraternidade e a justiça andam afastadas dos seres humanos. Cada um tomando as suas decisões que chegavam a me machucar.
Já ouvir dizer, simbolicamente e mentalmente, que só nos resta matar ou morrer. Fiquei sempre com a segunda opção. Não poderia contrariar os meus bons sentimentos e a minha solidariedade na hora H. E todos sabem disso, principalmente os que a mim recorreram, se é que tenho algo a dar. Acho que tenho e muito. Ninguém é bom por acaso...
A madrugada dava os seus primeiros sinais. Sem pensamento mórbido, mas na hora da realidade, pensei na morte e no morrer. Já li muitos livros com este tema.
Fiz castelos um tanto tenebrosos. Imaginei a outra vida. Pensei nos outros e nas abstrações, talvez, deste fato. Isso sem julgamentos e nem pré julgamentos.
Um filme, que eu tentava não ver, aumentava a minha ansiedade. Vi o que não queria visualizar e temi o que poderia estar, para mim, muito perto.
Dormi um pouco agoniada. A falta de ar , também , me perturbava. Acordei mais uma vez e despertei cedo. Tomei forças e fugi deste sonho acordada.
Lembrei de muita coisa, mas preferi ocultar.
Pensei em mim e em muitos. Um turbilhão de indagações me atormentavam e eu sofria um pouco de falta de ar, como se o pânico tivesse tomado conta de mim pela primeira vez.
Imaginei a dificuldade em decidir sobre duas escolhas, quando essa preferência pudesse implicar a morte emocional de outrem Tarde demais descobri muito do que mais precocemente poderia fazer parte de minha vida. Que pena!!!!
Lembro de várias pessoas que me rodeiam, dos meus familiares e das perdas que sofri, mesmo sem saber o porquê, mesmo estando vivas todas essas criaturas.
A bondade, a caridade, a fraternidade e a justiça andam afastadas dos seres humanos. Cada um tomando as suas decisões que chegavam a me machucar.
Já ouvir dizer, simbolicamente e mentalmente, que só nos resta matar ou morrer. Fiquei sempre com a segunda opção. Não poderia contrariar os meus bons sentimentos e a minha solidariedade na hora H. E todos sabem disso, principalmente os que a mim recorreram, se é que tenho algo a dar. Acho que tenho e muito. Ninguém é bom por acaso...
A madrugada dava os seus primeiros sinais. Sem pensamento mórbido, mas na hora da realidade, pensei na morte e no morrer. Já li muitos livros com este tema.
Fiz castelos um tanto tenebrosos. Imaginei a outra vida. Pensei nos outros e nas abstrações, talvez, deste fato. Isso sem julgamentos e nem pré julgamentos.
Um filme, que eu tentava não ver, aumentava a minha ansiedade. Vi o que não queria visualizar e temi o que poderia estar, para mim, muito perto.
Dormi um pouco agoniada. A falta de ar , também , me perturbava. Acordei mais uma vez e despertei cedo. Tomei forças e fugi deste sonho acordada.
Lembrei de muita coisa, mas preferi ocultar.
sábado, 24 de novembro de 2012
Pulo de um pé só.....
Lembro do meu pai, escritor Nilo Pereira, sempre que estou contente e muitas e muitas vezes mais....
Dizia ele que a alegria fazia a gente pular de um pé só. Espirituoso como o meu pai, nunca conheci ninguém. É que ele associava suas palavras e tiradas a uma inteligência tão niliana, que impossível seria eu descrever.
Já ouvi de muitos e de tantas pessoas que eu puxei a ele. Essa verdade, seria difícil duvidar, modéstia à parte a minha apreciação. Coloco-a inclusa em minha auto-estima. Pudera não poder imaginar assim!!!!
Silenciosamente, dou ares para os meus devaneios que me fazem subir até às nuvens. Sábado de muitos sábados. Sinto o perfume das flores e a quietude do meu ser, vibrando de emoções.
Já participei de uma caminhada e já vi o mar azul tão perto de mim. Tudo isso me dá uma satisfação indescritível.
Chego em casa, pulando de um pé só. Que bela é a vida, apesar de muitos pesares e das injustiçadas ações dos que são sinônimo de desafetos....
A maturidade me dando muitos ganhos e superando as perdas, embora haja quem pense o contrário. Os petulantes e os frios de ânimo.
Recordo a minha infância, sinto saudades da adolescência, entro na idade adulta e me torno mais alegre, talvez, do que todos esses tempos. Incrível tudo isso!!!
Quando leio os mais diversos livros, ponho-me sempre a pensar que a minha cultura está sempre acrescida de algo que me conforta.
Por essas e por outras, pulo de um pé só, papai!!!!
Dizia ele que a alegria fazia a gente pular de um pé só. Espirituoso como o meu pai, nunca conheci ninguém. É que ele associava suas palavras e tiradas a uma inteligência tão niliana, que impossível seria eu descrever.
Já ouvi de muitos e de tantas pessoas que eu puxei a ele. Essa verdade, seria difícil duvidar, modéstia à parte a minha apreciação. Coloco-a inclusa em minha auto-estima. Pudera não poder imaginar assim!!!!
Silenciosamente, dou ares para os meus devaneios que me fazem subir até às nuvens. Sábado de muitos sábados. Sinto o perfume das flores e a quietude do meu ser, vibrando de emoções.
Já participei de uma caminhada e já vi o mar azul tão perto de mim. Tudo isso me dá uma satisfação indescritível.
Chego em casa, pulando de um pé só. Que bela é a vida, apesar de muitos pesares e das injustiçadas ações dos que são sinônimo de desafetos....
A maturidade me dando muitos ganhos e superando as perdas, embora haja quem pense o contrário. Os petulantes e os frios de ânimo.
Recordo a minha infância, sinto saudades da adolescência, entro na idade adulta e me torno mais alegre, talvez, do que todos esses tempos. Incrível tudo isso!!!
Quando leio os mais diversos livros, ponho-me sempre a pensar que a minha cultura está sempre acrescida de algo que me conforta.
Por essas e por outras, pulo de um pé só, papai!!!!
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
O mundo é feito...
As horas passando vagarosamente tornam o dia um tanto sem muita graça. Interessante é o tempo. As vinte e quatro horas são as de sempre, mas essa sensação de diferença é sentida de forma desigual.
Estou na Universidade, onde cumpro o "desiderato" que me cabe. Nada me conduz a nada neste momento. Também nada me é tão atraente e capaz de levantar o ânimo de uma sexta feira sem os ares de um final de semana.
Sensações sem razões de ser, mas que nos fazem perceber um tempo prolongado, como se não quisesse ir embora esta sexta feira que termina a semana de todos os tempos.
Escrevo sem pensar. O ambiente com muita gente me deixa sem inspiração e , pior que tudo, sem concentração.
Escrevo sem muita razão do momento. A vida me traz, porém,essa necessidade de dizer alguma coisa, nem que seja o desinteressante que nunca será atrativo.
É como se eu fosse menos eu. Dessas mudanças, o mundo é feito!!!!
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Nem tudo se constitui de escolhas...
Surpreendente essa minha vontade ou desejo de postar alguma coisa no blog, quando os meus pensamentos passeiam na decisão tomada de ir acabando com o mesmo. É difícil de explicar e de entender.
Já chegou a noite e não consigo descansar um pouco, entremeando algumas dores físicas e o emocional trabalhando a mais de mil. Terrível sensação de impotência. Eu mãe como sempre fui desde idade jovem. Essa minha condição de ser é imensurável e eu me revelo em idades diferentes que pouco fazem a diferença. Mãe é assim...
Ainda continuo com o meu jeito quase enigmático, deixando o meu interior falar mais baixo do que o exterior. Eu sempre eu, não é leitor fraterno?
Sinto que o tempo passa e as relações interpessoais não têm a dimensão desejada. De qualquer forma, estou dentro dos parâmetros estabelecidos, se é que são, numa idade um tanto madura. Deliciosa em suas mudanças e nos pensamentos modificados, como bem fala amiga minha. Dessas que a gente sabe, vive para aproveitar a beleza da vida...
Ando a casa toda, a trancos e barrancos. Quem me conhece sabe o porquê. É para esses que posso falar assim.
Olho o céu e deixo que os meus devaneios façam morada. Ou a gente se veste de amor, ou este corrói a mente e o corpo.
Terrível sensação de impotência, ou não. O tempo ensinando muito. A vida dando a experiência que se faz maior.
Lembro de meu pai neste momento. Deixou para mim este legado de escritora, incomparável a sua pessoa, mas assemelhada.
E o destino também se traça. Nem tudo se constitui de escolhas...
Já chegou a noite e não consigo descansar um pouco, entremeando algumas dores físicas e o emocional trabalhando a mais de mil. Terrível sensação de impotência. Eu mãe como sempre fui desde idade jovem. Essa minha condição de ser é imensurável e eu me revelo em idades diferentes que pouco fazem a diferença. Mãe é assim...
Ainda continuo com o meu jeito quase enigmático, deixando o meu interior falar mais baixo do que o exterior. Eu sempre eu, não é leitor fraterno?
Sinto que o tempo passa e as relações interpessoais não têm a dimensão desejada. De qualquer forma, estou dentro dos parâmetros estabelecidos, se é que são, numa idade um tanto madura. Deliciosa em suas mudanças e nos pensamentos modificados, como bem fala amiga minha. Dessas que a gente sabe, vive para aproveitar a beleza da vida...
Ando a casa toda, a trancos e barrancos. Quem me conhece sabe o porquê. É para esses que posso falar assim.
Olho o céu e deixo que os meus devaneios façam morada. Ou a gente se veste de amor, ou este corrói a mente e o corpo.
Terrível sensação de impotência, ou não. O tempo ensinando muito. A vida dando a experiência que se faz maior.
Lembro de meu pai neste momento. Deixou para mim este legado de escritora, incomparável a sua pessoa, mas assemelhada.
E o destino também se traça. Nem tudo se constitui de escolhas...
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