Terrível sensação de impotência,
Diante do que nada posso fazer...
A vida e suas nuances.
A magia do nada
E a confiança em Deus.
Procuro e não acho.
Sinto o temor da angústia
E a falta de coragem.
Noite, noite insone,
A vida , a esperança e a fé.
É UM ESPAÇO PARA EXPRESSÃO DE MINHAS INSPIRAÇÕES, EM FORMA DE TEXTOS/CRÔNICAS E, ATÉ, DE POESIAS. TRATA-SE DO MEU SEGUNDO BLOG E PRETENDO QUE SEJA ELE MAIS RESERVADO. O LEITOR HAVERÁ DE NOTAR MUDANÇAS, SENDO ELE QUEM IRÁ AVALIAR AS PALAVRAS QUE CHEGARAM PARA FICAR E OUTRAS PARA QUE O VENTO LEVE. IREI POSTAR PENSAMENTOS E DESTAQUES DO ESCRITOR NILO PEREIRA, COMO ADMIRADORA E FILHA QUE MUITO APRENDEU COM ELE E SEMPRE SEGUIRÁ AS SUAS IDÉIAS.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
DE UM AZUL ESTRELADO!!!!!!!
Acontecimentos traumáticos e inusitados são muito difíceis de serem esquecidos. A noite estava linda, com um céu estrelado que nada parecia anunciar de adverso. Isso há dois anos atrás...
Recordo que estava contente. E-mails inesperados talvez tenham mexido comigo no mais fundo do meu inconsciente.
Tudo no seu devido lugar. Nesta noite li no Jornal uma matéria sobre Oscar Wilde. Empolgada com o teor do texto guardei fundo o desejo de fazer uma crônica no blog.
Noite, noite minha, por pior que tenha sido. A rotina da noite foi cumprida. Conversas sobre amenidades com a minha filha querida, fez-me desbravar a noite até às 10 e 30 da noite, quando disse: Filha: Vou dormir. Amanhã vou cedo para a UPE. A minha responsabilidade à flor da pele, que nunca foi reconhecida.... Lá se vão dois anos.
Confesso, leitores, que na minha mente tinha em mim acordar lá pela madrugada para fazer um texto sobre o que tinha lido. O meu velho fanatismo por Oscar Wilde. O meu grande respeito pelo escritor inglês.
Pasmem, se for preciso, despertei às 03 e 30 da manhã. Não havia mais desejo de atualizar blog. Impossível ainda ter.
Estava acometida por uma dor intensa que dilacerava os meus dois peitos, numa cumplicidade nunca vista. Doíam com a mesma intensidade. Suava excessivamente. Doíam as costas e os braços. Veio o desconforto e o vômito em jato. Nunca me senti tão ruim.
A grande frase veio do meu esposo, médico: Você está infartada, vamos correndo para o Hospital. O choro e a inquietude. O caminho até lá. O pensar na morte. As interrogações sobre o que seria Deus. O medo do outro lado. O pensamento na minha filha. O que seria dela sem mim. Lágrimas de medo se misturavam com uma dor gigantesca.
A chegada no Hospital. O medo e o Diagnóstico de Enfarte. O cateterismo e a angioplastia. A implantação dos stents. A UTI e os meus dias.
Leitores: a luz vermelha acendendo como alerta. Os arrependimentos, os estresses pelos quais passei e o retorno ao lar.
Há dois anos era noite de um azul estrelado. Nada sugestivo. O inusitado e o posterior. A página virada e a minha nova vida. As mudanças necessárias. Eu no patamar sonhado. A angústia vencida, a vida sentida com mais amor, os afastamentos adjacentes e os ganhos que tive, advindos de reflexões profundas.
Leitores: foi assim. Conto como um desabafo e para que a minha experiência sirva de alguma lição: a dieta, o não estresse, a obediência aos conselhos médicos, a qualidade de vida, ainda evitam o infarto que, muitas vezes, é fatal....
Recordo que estava contente. E-mails inesperados talvez tenham mexido comigo no mais fundo do meu inconsciente.
Tudo no seu devido lugar. Nesta noite li no Jornal uma matéria sobre Oscar Wilde. Empolgada com o teor do texto guardei fundo o desejo de fazer uma crônica no blog.
Noite, noite minha, por pior que tenha sido. A rotina da noite foi cumprida. Conversas sobre amenidades com a minha filha querida, fez-me desbravar a noite até às 10 e 30 da noite, quando disse: Filha: Vou dormir. Amanhã vou cedo para a UPE. A minha responsabilidade à flor da pele, que nunca foi reconhecida.... Lá se vão dois anos.
Confesso, leitores, que na minha mente tinha em mim acordar lá pela madrugada para fazer um texto sobre o que tinha lido. O meu velho fanatismo por Oscar Wilde. O meu grande respeito pelo escritor inglês.
Pasmem, se for preciso, despertei às 03 e 30 da manhã. Não havia mais desejo de atualizar blog. Impossível ainda ter.
Estava acometida por uma dor intensa que dilacerava os meus dois peitos, numa cumplicidade nunca vista. Doíam com a mesma intensidade. Suava excessivamente. Doíam as costas e os braços. Veio o desconforto e o vômito em jato. Nunca me senti tão ruim.
A grande frase veio do meu esposo, médico: Você está infartada, vamos correndo para o Hospital. O choro e a inquietude. O caminho até lá. O pensar na morte. As interrogações sobre o que seria Deus. O medo do outro lado. O pensamento na minha filha. O que seria dela sem mim. Lágrimas de medo se misturavam com uma dor gigantesca.
A chegada no Hospital. O medo e o Diagnóstico de Enfarte. O cateterismo e a angioplastia. A implantação dos stents. A UTI e os meus dias.
Leitores: a luz vermelha acendendo como alerta. Os arrependimentos, os estresses pelos quais passei e o retorno ao lar.
Há dois anos era noite de um azul estrelado. Nada sugestivo. O inusitado e o posterior. A página virada e a minha nova vida. As mudanças necessárias. Eu no patamar sonhado. A angústia vencida, a vida sentida com mais amor, os afastamentos adjacentes e os ganhos que tive, advindos de reflexões profundas.
Leitores: foi assim. Conto como um desabafo e para que a minha experiência sirva de alguma lição: a dieta, o não estresse, a obediência aos conselhos médicos, a qualidade de vida, ainda evitam o infarto que, muitas vezes, é fatal....
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
A inspiração vai e vem....
Com lágrimas ou com sorrisos alternados pela vida, tento escrever tudo que o meu coração ainda é capaz....
Penso que nasci para ser escritora. A inspiração vai e vem. Eu apenas dissimulo e camuflo algumas facetas que devem ser guardadas até o dia em que não haverá como esconder os meus sentimentos.
Vida, vida minha. Às vezes, sinto-me esvaziada, sinto um oco que me deixa intimidada e arrefecida.
A vida e suas nuances, Já medi, contei e avaliei tanta coisa que, no mais, escondo tudo que poderia causar um caos dentro do outro.
As mudanças inesperadas, as decepções manifestas, eu , você e o enigma. Os mistérios que se escondem no infinito das coisa e nas entranhas dos meus vizinhos.
Tento parar o tempo e, às vezes peço pressa. Terrível confusão em meu eu. Crio ânimo e me coloco à margem das ingratidões sofridas.
Já usei mil práticas e já busquei as teorias psicológicas, mas nem sempre é fácil. Sou eu e não me faço entender nem a mim, quanto mais aos outros.
Penso que as noites, mesmo misteriosas, me atraem e me fazem realizar sonhos quase irrealizáveis.
Sou o alguém, como já disse minha mãe, não muito fácil de ser entendida, mas um dia, um dia sim, serei compreendida. Sentimentos de arrependimento irão brotar de quem se fez ausente da realidade tão minha, tão sensível e tão escancarada.
Aí o mundo irá dar uma pequena parada, daquelas que duram pouco, mas que se faz cruel. Para você ou para o outro....
Penso que nasci para ser escritora. A inspiração vai e vem. Eu apenas dissimulo e camuflo algumas facetas que devem ser guardadas até o dia em que não haverá como esconder os meus sentimentos.
Vida, vida minha. Às vezes, sinto-me esvaziada, sinto um oco que me deixa intimidada e arrefecida.
A vida e suas nuances, Já medi, contei e avaliei tanta coisa que, no mais, escondo tudo que poderia causar um caos dentro do outro.
As mudanças inesperadas, as decepções manifestas, eu , você e o enigma. Os mistérios que se escondem no infinito das coisa e nas entranhas dos meus vizinhos.
Tento parar o tempo e, às vezes peço pressa. Terrível confusão em meu eu. Crio ânimo e me coloco à margem das ingratidões sofridas.
Já usei mil práticas e já busquei as teorias psicológicas, mas nem sempre é fácil. Sou eu e não me faço entender nem a mim, quanto mais aos outros.
Penso que as noites, mesmo misteriosas, me atraem e me fazem realizar sonhos quase irrealizáveis.
Sou o alguém, como já disse minha mãe, não muito fácil de ser entendida, mas um dia, um dia sim, serei compreendida. Sentimentos de arrependimento irão brotar de quem se fez ausente da realidade tão minha, tão sensível e tão escancarada.
Aí o mundo irá dar uma pequena parada, daquelas que duram pouco, mas que se faz cruel. Para você ou para o outro....
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
COM O ROLAR DO TEMPO....
Apesar de acordar tão cedo e de estar na Universidade há um bom tempo, encontro-me de pálpebras pesadas, dando sinais de que o meu sono foi esta noite profundo e pesado.
Tal fato não é de todo dia. Sinto-me bem quando isto acontece. E o dia se torna mais deliciosamente aproveitado e a vida se faz mais bela e menos cansativa, tal qual me foi ontem....
Aqui reina um silêncio que me deixa solta para imaginar e me inspirar. O trabalho dá uma pausa e o encanto da sexta feira é mais sentido e mais brilhante.
A vida e suas nuances. O dia chuvoso, contrariando o verão de novembro. A Universidade, o meu lugar de trabalho, onde ainda aprendo as grandes lições de vida.
A maturidade me renovando, apesar de parecer uma contradição. As grandes experiências e os meus grandes ganhos. As perdas trabalhadas. O mundo girando, dando as suas voltas e a gente mais confiante perante até as rebordosas inusitadas. Afinal, afinal, ninguém sabe se o amanhã é sempre o de hoje. E onde estarão os que nos importunaram com a certeza do seu poder eterno?
Tenho medos, mas sei trabalhar no momento certo. Isso eu aprendi depois de umas e outras. Foi difícil, mas não há nada que eu não aprenda com o rolar do tempo...
É notória a minha mudança. Mas, se era necessária, assim foi feita. Aos que se admiram, saibam que estou bem. Enquanto se fechou uma porta, abriu-se uma bem maior. E agora só tenho a dizer: A vida com suas nuances me ensinou muito e me impulsionou com garra....
terça-feira, 6 de novembro de 2012
ÍNCRÍVEL, MAS VERDADE!!!!
Encontros fortuitos trazem ao meu pensamento palavras que já não são mais usadas. Desapareceram muitas das solidariedades e as gratidões andam escassas.
Ontem, perto da minha casa, aproximou-se um mendigo e pediu ao cidadão que passava uma esmola. Confesso, leitores, que fiquei atônita quando o rapaz respondeu ao pedinte: PERDÃO, não tenho aqui.
Tem sido o de todo dia, ver criaturas em seus carros suntuosos passarem ostentando a riqueza, longe de darem o mínimo que fosse para que os pobres de finanças tomassem um simples café da manhã, um pão que enchesse a barriga por meia hora.
Socióloga, eu não sou. Apenas venho vendo e averiguando que as pessoas mudaram a sua maneira de ser. Incrível, mas verdade.
Hoje, as palavras mais distintas desapareceram do vocabulário de muitos, como se não fosse mais necessário agir com a boa educação e os princípios adquiridos através de nossos pais...
Já não escuto mais agradecimentos na hora certa, o carinho manifesto constitui-se lacuna, o perdão é raridade, o cavalheirismo fugiu do cidadão que prefere mostrar o poder por mais efêmero que seja e a solidariedade só por interesse.
Deixo que o meu pensamento dê voltas em torno do que já foi tão lapidado. Palavras verdadeiras e mentiras escasseadas. Hoje a falsidade está mais presente e a autenticidade se tornou ardilosa.
Tenho ímpetos de voltar no tempo e vontade de ensinar a outros que a solidariedade, a caridade, a igualdade e a fraternidade não poderiam desaparecer. Talvez assim fôssemos mais ricos de espírito e não veríamos tantos onipotentes enclausurados nos seus palácios sem, por vezes, encontrarem a alegria de viver!!!* Amiga: salvei a figura que você postou no face para ilustrar o meu blog. Grata.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
AINDA SONHO ACORDADA....
Ainda sonho acordada. Apesar de minha maturidade e de minhas experiências vividas, ainda tento fugir das inquietações através de devaneios que me fazem acreditar na "realidade" de fatos, desejos apenas do que não consegui concretizar.
A vida muda em frações de segundos. Vivemos os impactos sem sequer estarmos preparados pare reagirmos. Comigo também foi assim por duas vezes. Parece até que foram induzidos por quem nunca teve sentimentos bons. A minha convivência atordoada vitimou-me e me deu provações que não sei como retornarão um dia. Que Deus lhe acompanhe e lhe dê o perdão, evitando que este sinta também o inusitado momento do sofrimento. Foi assim comigo, um dia...ou dois...
Mas, ainda sonho acordada. Nestes momentos , afasto os fantasmas e só deixo que cheguem em minhas entranhas os amigos que nunca se julgaram poderosos, como se assim fossem.
A vida e suas nuances. A inteligência que ignora o outro dia. A inconsequencia dos que falam usando as palavras ferinas de um Rei que, provavelmente, nunca foi....
Sonho acordada para afastar de mim aqueles que são malfeitores em seu comportamento. Tenho pena, mesmo tendo sido vítima em momento inadequado. Faço-o longe da minha pessoa. Sonho acordada com todos os caprichos e com todos os desejos recalcados manifestos.
Ainda sonho acordada porque posso. Como poderia um frio de ânimo sonhar acordado? Pode até ser que dormindo, ele faça o bem. Acreditem, se acharem...
A vida muda em frações de segundos. Vivemos os impactos sem sequer estarmos preparados pare reagirmos. Comigo também foi assim por duas vezes. Parece até que foram induzidos por quem nunca teve sentimentos bons. A minha convivência atordoada vitimou-me e me deu provações que não sei como retornarão um dia. Que Deus lhe acompanhe e lhe dê o perdão, evitando que este sinta também o inusitado momento do sofrimento. Foi assim comigo, um dia...ou dois...
Mas, ainda sonho acordada. Nestes momentos , afasto os fantasmas e só deixo que cheguem em minhas entranhas os amigos que nunca se julgaram poderosos, como se assim fossem.
A vida e suas nuances. A inteligência que ignora o outro dia. A inconsequencia dos que falam usando as palavras ferinas de um Rei que, provavelmente, nunca foi....
Sonho acordada para afastar de mim aqueles que são malfeitores em seu comportamento. Tenho pena, mesmo tendo sido vítima em momento inadequado. Faço-o longe da minha pessoa. Sonho acordada com todos os caprichos e com todos os desejos recalcados manifestos.
Ainda sonho acordada porque posso. Como poderia um frio de ânimo sonhar acordado? Pode até ser que dormindo, ele faça o bem. Acreditem, se acharem...
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
"VIAGEM AO INSONDÁVEL MUNDO DA MENTE."
Já passa da meia noite e meia. Deixei que terminasse 2 de novembro. Denominado o Dia dos Mortos, hoje é mais reconhecido como um feriado. Nunca imaginara que assim o fosse, visto que passei toda uma infância e adolescência venerando o Dia de Finados e seguindo todo um ritual que implicava não ir à praia e não se vestir com a cor vermelha.
A vida é mesmo um instante em seus dogmas e paradigmas.
Alienei-me um pouco este ano, embora o porquê de tal alienação tenha ficado no plano do inconsciente. Valha-me Deus.
À noite, depois de cumprir as minhas obrigações afetivas, dei o meu passeio que caracteriza sempre o meu final de semana. Havia uma lua cheia que me acompanhou todo o trajeto de casa e que me fez lembrar do meu pai e dos entes queridos encantados , possivelmente, no alto dos céus.
Penso que a luminosidade deste céu enluarado entrava, realmente, na última moradia e como uma vela acesa deixava os mortos comemorando com muitas luzes o seu dia, como se fosse a morte o renascer e tudo não fosse tão temeroso quanto tememos.
No caminho para meu apartamento, alguém me perguntara se eu era uma grande viajante. Sorri, um sorriso enigmático, e respondi-lhe que, além da minha viagem ao insondável mundo da mente,tal qual refere Augusto Cury, quase fiz a última viagem. Se o dito cujo entendeu, não sei. Apenas deduzi que ele achara melhor terminar por ali.
A vida e suas nuances. O Dia de Finados de outrora e o de hoje. As minhas reflexões tardias e as minhas alienações. O medo de entrar no mundo interior das saudades e a lua cheia. O dia terminado e a madrugada insone. A vida se opondo à morte.....
A vida é mesmo um instante em seus dogmas e paradigmas.
Alienei-me um pouco este ano, embora o porquê de tal alienação tenha ficado no plano do inconsciente. Valha-me Deus.
À noite, depois de cumprir as minhas obrigações afetivas, dei o meu passeio que caracteriza sempre o meu final de semana. Havia uma lua cheia que me acompanhou todo o trajeto de casa e que me fez lembrar do meu pai e dos entes queridos encantados , possivelmente, no alto dos céus.
Penso que a luminosidade deste céu enluarado entrava, realmente, na última moradia e como uma vela acesa deixava os mortos comemorando com muitas luzes o seu dia, como se fosse a morte o renascer e tudo não fosse tão temeroso quanto tememos.
No caminho para meu apartamento, alguém me perguntara se eu era uma grande viajante. Sorri, um sorriso enigmático, e respondi-lhe que, além da minha viagem ao insondável mundo da mente,tal qual refere Augusto Cury, quase fiz a última viagem. Se o dito cujo entendeu, não sei. Apenas deduzi que ele achara melhor terminar por ali.
A vida e suas nuances. O Dia de Finados de outrora e o de hoje. As minhas reflexões tardias e as minhas alienações. O medo de entrar no mundo interior das saudades e a lua cheia. O dia terminado e a madrugada insone. A vida se opondo à morte.....
Assinar:
Postagens (Atom)






