Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

TENHO MEDOS...

A vida passa e a cada momento descobrimos o quão é bela a maravilha de saber ultrapassar o bom e o que não é de todo agradável.     Mas, tenho medos.
   Quando ainda estava na Universidade, cursando Psicologia, havia um capítulo que falava dos medos e das fobias. Aprendi que o medo injustificado caracteriza a fobia. Nunca fui portadora de neurose fóbica, o que me deixa menos tensa e mais desligada. Sinto que isso é bom, muito bom.
    Tenho, no entanto, medos. Aquelas sensações que, por vezes, são nossas companheiras e nos fazem apegadas ao presente, ao futuro e alvo de recordações do passado. Nem sempre boas...
    Âs vezes tento me afastar do que se apega a minha pessoa, porém nem sempre fujo delas com tanta facilidade. Ultrapasso, em certos dias, a trancos e a barrancos.
     Nada pior do que o medo da solidão, a certeza de que não somos mais o passado que nos fez unidos, pelo menos no universo do que se diz família, em amplo sentido e em toda parte.... Medo do escuro que não é a negritude da noite, mas a angústia do infinito obscuro. Medo da violência e da agressividade dos que não medem palavras e atos e que nos abandonam nas horas mais inoportunas. Medo do tudo e do nada. Medo de não ter tanto vil metal e medo  de te-lo e de nada servir. Medo de quem engana e de quem se aproxima por interesse. Medo de me apegar ao outro e de ser jogada fora sem motivos que justifiquem. Medo dos déspotas e dos assediadores. Medo de falar e de calar. Medo de ser eu e não ser entendida.
      Ah, meus medos. Aqueles que eu divulgo e aqueles que eu sufoco no travesseiro, tentando achar uma solução , ainda que precária, ainda que pela metade. A vontade de resolvê-los e o medo de escancará-los e de mostrar uma face que luta para não transparecer uma fragilidade.
       Medo dos eventos e medo de morrer. Medo de não suportar um mal entendido e de não saber me explicar perante os meus "amigos." Tenho medos...
        Não tenho explicações conscientes que me façam  justificar este meu tema hoje.
         Escrevo na Universidade, onde estou desde cedo, onde o trabalho é grande e onde me vejo maior, de forma enganadora...
         Tenho medos das traições. Estas me são enlouquecedoras. Tenho medos dos falsos e dos verdadeiros. Dos mutáveis e daqueles que têm duas faces. Uma hoje, outra amanhã: OS TRAIDORES DE VOZ MANSA!!!
          Leitores: não me peçam explicações. Medo de ter medo é o pior dos medos!!!!

domingo, 30 de setembro de 2012

COM O SOL E COM A CHUVA....

E lá se vai a tarde de domingo de mais um final de semana vivido e revivido. O sol de um brilho estonteante me permitiu tomar um banho de mar nas águas límpidas de Boa Viagem, além de uma boa caminhada que me deixou mais corada e até mais bonita, não importando a apelação feita. De qualquer forma, dá para dar umas boas risadas. Para os bons leitores, de cumplicidade nunca ausente, tenho certeza haverá de concordar. Valha-me Deus!
  E a vida vai me ensinando a me acostumar não só com a beleza da natureza como com as verdades do cotidiano.
  Foi na maturidade, idade das perdas e dos ganhos, que aprendi a sentir melhor a realidade e a não reclamar das tristezas e nem me glorificar com as alegrias que, por vezes, duram um pouco menos do que o esperado.
    Vivo hoje a certeza do meu amor por mim e a incerteza das gratidões, das agressões desmedidas e o motivo maior que me deixa inebriada de fé , de amor e de bons sentimentos.
      Acostumar-se com o que não se muda, quando pedra é pedra, não é fácil. Foram necessários anos e meses. Surpreendi a muitos quando mostrei a perfeição de meus atos transformados em conformação e em resignação. Sofri um evento de grande porte, levantei-me e mostrei que minhas entranhas estão fortalecidas. Até porque Deus é maior do que tudo.
      A costumei-me com a chuva e com o sol. Com a união e com o contrário desta. Com as tempestades e com as bem aventuranças. Acostumei-me com o sim e com o não. Fui rainha e fui vassala. Mas, nada conseguiu me derrubar de toda, pelo menos.
     Lágrimas derramadas foram superadas. As portas fechadas foram transformadas em janelões abertos. Virei a alegria de saber viver e de sobreviver.
    O dia esteve lindo. Tenho razões de sobra para com todo o meu bronzeamento, não reclamar da vida que me faz quase perfeita, de uma arte a la Oscar Wilde e de uma juventude inventada e reinventada.
     E lá se vai domingo. As estrelas no céu iluminam a vida e trazem de volta a certeza de que já me acostumei. E que pasme quem ainda não se acostumou....

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

A VIDA É BOA....

Com certeza "Água mole em pedra dura tanto bate até que fura." Interessante, não é? E assim vou insistindo na quase certeza de que a premissa deve ser verdadeira. Isso, dia e noite e noite e dia.
  Levante a mão quem foi capaz de identificar ao que me refiro.
   Já batalhei sem nada conseguir, mas nunca perdi a esperança no "hoje dos dias." Essa é a razão de tanto repetir o que ainda não deu frutos.
    Quase madrugada e eu teclando este notebook que tanto me ajuda a passar os dias que se vão mesclados de alegria e de um pouco de solidão.
    Neste momento, meu esposo dorme. Eu estou só. A casa fala sozinha, como se anunciasse que aqui ninguém pode se sentir só. O certo é que a arquitetura ajuda na beleza estética e , como narcisista e admiradora da sensualidade estética, tenho motivos para não me deixar tocada por solidão que dói.
     A televisão não para de se dizer presente. Em certas horas desligo, pois se torna inoportuna.
     Mais um final de semana. A certeza da labuta cumprida e os planos para um relax que nos  energiza para mais e mais.
     Sinto que vou escrevendo o que me vem neste momento, sem preocupações com a relação dos fatos.
     Já falei que todo dia não é todo o dia. Sem amarras e sem desejo de ser sempre escritora com rigidez, vou desenhando na Literatura o meu pensamento que vai e vem.
     Com todos os conformes e sem dogmas que me guiem, só tenho a dizer que a vida é boa....

E PEDE AMOR!!!!

 A noite de quarta feira passou quase serena. Apesar disso, estive um tanto só e um tanto inquieta, sem maiores transtornos.
   A vida e suas nuances. O silêncio do lar e a televisão, mais uma vez, dando sinais de vida. Não havia falta de vozes. As novelas se encarregavam de pronunciar o que, talvez, nem estivesse na ordem do dia. Melhor assim.
    Pois é, gente, encontro-me na Universidade , cumprindo a minha responsabilidade que não se faz ausente nem mesmo em dia de sexta feira....
    Chego cedo e, por vezes, aproveito para dar uma olhada no blog e por que não dizer, abrir o meu coração que reclama, afetivamente, por uma aproximação com os meus leitores.
     Tenho hoje que agradecer e muito. Para os que não sabem, hoje é Dia do Coração. De joelhos, como dizia o meu pai, escritor Nilo Pereira, é assim que temos a obrigação de dar graças a Deus por muitas e muitas coisas. Vocês, leitores, estiveram comigo em fase adversa e continuam me dando mimos, apesar dos pesares..... Aí, pobre de mim, tenho que dizer, para não ocultar as "Lágrimas que correm pela face e outras que rolam pelo coração."
       Valha-me Deus o sacrifício que , por vezes, faço para poder estar de pé. Mas, estou ótima. Só ultrapassar os atoleiros, já é o muito dos muitos.
      Mas, a noite de quarta feira esteve serena. Para fugir desta serenidade , dois telefonemas confidenciais, vindos de pessoa que desligava quando eu atendia, me tiraram do sacrifício que fiz para quase adormecer. Sabendo, se é que sabia mesmo quem era, desejei que este anônimo falasse e conversasse um pouco. Havia em mim uma turbulência, com toda serenidade, que seria fácil detectar uma carência afetiva.
      Òh você que não falou!!!!! desejei tanto uma voz que me desse a certeza da cumplicidade de um momento. E por que emudeceu? Acho que queria ouvir muito a sua voz. Andava um pouco perdida, mesmo estando serena a noite...Mas, é que o meu coração, um pouco mazelado. fala, reclama e pede amor!!!!

terça-feira, 25 de setembro de 2012

MUITAS E MUITAS VEZES!!!!

O tempo passa e, muitas vezes, a gente nem se dá conta de que muito do que vivemos não voltará jamais. Incrível esta sensação de que o mundo para e tantos momentos são desperdiçados no infinito das horas.
   De volta do trabalho para casa veio-me a certeza de que o caminho percorrido neste dia não será o mesmo, ainda que muitas e muitas vezes venhamos a passar por ele. As pessoas que estavam junto a mim. As conversas que até pareciam ser sempre iguais. O mundo lá fora. O sol ardente , apesar de todo ar condicionado. E a gente nem sequer percebe que o tempo que passa nunca mais será o mesmo. E as voltas que o mundo dá, vem nos privando da maravilha que poderia ter sido.
     Encuquei-me sem razão ou até racionalmente. Passaram-se mil pensamentos em minha mente. O ontem e o hoje. O futuro de arrependimentos ou não. A família de sempre ou a incerteza de uma união completa.
     Foi com todos estes pensamentos que eu adormeci. Sono atribulado que quase não me deixou quieta. Acordei em pleno pesadelo. O ímpeto de pegar o telefone e discar para mamãe. Onde estará ela? será que passei todos os momentos de sua lucidez em plena cumplicidade?  Minha mãezinha sofrendo. Eu e minhas angústias.
     E o sol se põe mais uma vez, sem nunca ter sido o de todo dia. Haverá de ter um diferencial , ainda que imperceptível.
      Deus, que criou o mundo, é capaz de desvendar todos os mistérios. Nós, simples mortais, expectamos as maravilhas e as adversidades. Observamos e até estabelecemos uma cumplicidade. E o tempo passa. Este momento que pensei fosse eterno, muitas e muitas vezes!!!!

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

A INVISIBILIDADE DE MEU SER...

A vida e suas nuances,
O invisível aos olhos.
A crença nos meus bons sentimentos,
A verdade e a paz...
O mundo girando
E a certeza de cumprimento do meu dever.
A vida e suas nuances,
A alegria povoando o meu ser.
O meu lar e a bela construção da felicidade.
O olhar em muitas direções.
O reconhecimento de minha tranquilidade:
Eu e a invisibilidade de meu ser...(Maria Eliana Pereira )

domingo, 23 de setembro de 2012

NA ESPERA DO NOSSO ENCONTRO....

Há quase uma semana que eu não escrevo. Com toda certeza, leitores, estava com saudades muitas de vocês. Estes dias foram dedicados a outras atividades  que me tomaram o tempo e me encheram de alegria e de muita satisfação. Com tantos e quantos afazeres, não esqueci do meu blog. Esteve em meu pensamento, posto que  eu me viciei em escrever e alguns de vocês se acostumaram com os meus escritos. Fico muito gratificada.
   O final de semana é sempre algo a desfrutar e a degustar. Quem mora em Boa Viagem, tem sempre a maravilha da natureza e a beleza de um mar tão lindo quantos muitos outros, numa comparação com a praia de Copacabana que ganha em beleza natural, mas perde um pouco na maravilha de suas águas sempre muito frias. Eu que o diga, tantas vezes estive no Rio de Janeiro de um Cristo Redentor inigualável, ímpar em seu monumento.
     Mas, como sempre faço, aproveitei ontem a beleza da lua e a luminosidade das estrelas para ir a um Restaurante que apraz pelas suas comidas, músicas ao vivo e o luxo do local. Aproveitamos, eu e meu esposo, para jogarmos conversa fora.
     Foi num belíssimo banho de mar hoje que tirei todas as mazelas d'alma e quase saboreei o encanto  das ondas fortes, salgadas e benfazejas.
    A vida e suas nuances. O fato de ter um olhar e um sentir abrangentes. O valor da minha família, a saúde que me rodeia e a certeza de que olhar em uma única direção pode ser um tanto fatídico. E por que não?
     Saudades, Leitores, falta da proximidade de nossas ligações afetivas e de amizade. Quase uma semana e eu na espera desse nosso encontro. Bem que nada acontece por acaso. E este acaso foi o meu alento....