Um dia a gente cansa e para um pouco para pensar. Não existe necessidade de ficar submissa a gregos e a troianos, quando se ocupa uma posição de idêntica qualificação, quer na área do saber, profissional , familiar e de amizade.
Um dia a gente dá um basta. Para isso, não é fácil e muito menos ausente de sofrimento. Pesa nos ombros e muito mais na área afetiva, quando se é adepta de uma generosidade e de muitos bons sentimentos.
Passei por situações adversas e graves. Nem eu mesma sei por quê. Talvez, muitos outros saibam mais do que eu. Às vezes desconfio que sim e em relação aos menos próximos, foram tão pusilânimes que reagiram de forma quase monstruosa, mesmo sabendo que um dia irão responder aqui ou Lá.
Ai vida, vida minha. A minha inteligência emocional desta vez falou mais alto. É o limite que esbarra em nossas emoções e sentimentos. Resolvi parar. Acho que já provoquei indagações. Já tive também de lutar pelo esquecimento. Não, não é fácil.
Escrevo este texto como uma parada de final de expediente. Sinto que a vida me ensinou muito, mas por outro lado me provocou inúmeras insatisfações. Sofri por injustiças e me alegrei por amor. Difícil entender e muito pior passar por esta ou aquela situação.
Mudei de vida quando dei um não a tantas e quantos. Acostumada a uma subserviência e a um traço de inocência que não condiz com a minha maturidade, dei um giro muito grande e umas passadas além de meus passos.
A vida e suas nuances. Penso que ainda vou conquistar a paz sonhada, pois metade já está em mim. Valha-me Deus!!!







