É UM ESPAÇO PARA EXPRESSÃO DE MINHAS INSPIRAÇÕES, EM FORMA DE TEXTOS/CRÔNICAS E, ATÉ, DE POESIAS. TRATA-SE DO MEU SEGUNDO BLOG E PRETENDO QUE SEJA ELE MAIS RESERVADO. O LEITOR HAVERÁ DE NOTAR MUDANÇAS, SENDO ELE QUEM IRÁ AVALIAR AS PALAVRAS QUE CHEGARAM PARA FICAR E OUTRAS PARA QUE O VENTO LEVE. IREI POSTAR PENSAMENTOS E DESTAQUES DO ESCRITOR NILO PEREIRA, COMO ADMIRADORA E FILHA QUE MUITO APRENDEU COM ELE E SEMPRE SEGUIRÁ AS SUAS IDÉIAS.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
LÁGRIMAS, QUE LÁGRIMAS?
Já acreditei no mundo e principalmente nas pessoas. Havia em mim um sentimento puro que se perpetuou, mas entrou em conflito.
Nunca imaginei o imprevisível. Entendia do próximo e muito poucas vezes me surpreendi.
A maturidade mudou mesmo os meus conceitos. A gente pensa que não até o dia em que sentimos o avesso do avesso do avesso. Incrível a vida.
Hoje já me acostumei às surpresas. Já não me doem as maldades e não me comovem as lágrimas.
Lágrimas, que lágrimas? De onde estão vindo e porque chora quem nunca foi de chorar?
A vida e suas nuances. Deus do céu!!! Tenho sentimento de pena dos arrependidos, pois a dor corrói a mente dos desalmados...
Tenho lido sobre os sentimentos, sobre a sinceridade, os simulados e os dissimulados.. Tenho pensado, sem necessidade ou sem liberação dos profissionais, sobre o passado, o presente e o futuro.
Acho que se já passou, passou mesmo. Foi tão doloroso que não tem sentido o martírio. E que dirão os que vivem e refletem um presente preparado com as mãos das adversidades? e que dirão no futuro os que imaginaram que a crueldade não virava sofrimento?
Vida, vida minha e vida sua. Tente esconder as suas lágrimas, pois elas não terão mais razão de ser. Dizem que o frio de sentimentos um dia desaba e desaba mesmo.
Mas, que bom que as minhas lágrimas secaram. A minha razão de ser está lapidada. Sou outra mulher e estou em outro patamar.
Que bom que tudo que não me pertencia foi embora. Já ouvi quem me dissesse que as trevas também passam . E que Deus seja por vós...
terça-feira, 29 de maio de 2012
NA PLENITUDE DO MEU SER....
Hoje estou um tanto inquieta. Desses dias que a gente tenta ficar calma, mas existe no íntimo e no ar algo inquietante e um tanto estressante.
Jurei em vários momentos mudar as páginas do meu livro, até porque são insignificantes e foram esquecidas em virtude de muitas coisas, outras não, terem sido dirigidas para um mal que eu nunca entendi.
Já até procurei compreender, mas vi que a gente deve esquecer o que nunca foi o prazer de cada dia.
Experimentei momentos maravilhosos e , talvez, tenham havido vezes em que o oposto dos meus bons sentimentos tenha se chocado com a sinceridade e até com a pureza dos meus atos. Incrível o tanto que se foi. O importante é que se foi mesmo com a graça de Deus e nunca mais quero lembrar. É isso aí leitores: sem deixar mágoas e nem saudades, apenas o esquecimento.
Escrevo hoje, com toda a inquietação que de mim se apodera, porém com o intuito de me livrar dos não prazeres da vida e das poucas pessoas que apareceram em meu caminho por um acaso ou quase uma fatalidade.
A maturidade me permite, no entanto, gozar das maravilhas que se instalam na atualidade, permitindo que eu afaste mais e mais os indivíduos maus de atitudes. Valha-me Deus com tão pouco sentimento de culpa. Diga-se de passagem, até agora...
A casa quase fala por mim neste momento. Estou só e tornar-me a minha maior amiga, faz de mim um ser superior que crê no bem , esperando subir alto.
Tenho falado na terapia do meu banho. Hoje preciso lavar não só o corpo como a ALMA. E que bom poder fazer isto esquecida de quem mal me fez. Sentir-me-ei na plenitude do meu ser...
sexta-feira, 25 de maio de 2012
ASAS PARA QUE TE QUERO?
É gente, venho mantendo o mesmo estilo nas minhas crônicas e textos. É o que vem de mim e eu transporto para uma postagem que, como sempre digo, haverá de agradar, se não a gregos, aos troianos.
Asas para que te quero? Um dia dá vontade de voar e alcançar os temas mais escancarados e, quem sabe um dia, escandalosos... Atingir aqueles que também gostam de ler o que não é tão certinho no ditame dos bem comportados, entre eles eu, quase sempre.
Asas para que te quero? E os nossos desejos mais contidos onde ficarão em alguns momentos?
Tenho a impressão de que a chuva exacerba um pouco o que há de mais guardado, permitindo que SIGMUND FREUD também possa deixar que sejamos mais autênticos. Que não apenas sonhos sejam interpretados, mas que desejos frustrados possam vir á tona e até realizados. E por que não?
Somos feitos de amor, sensibilidade, vontades, sentimentos , pensamentos e desejos a serem satisfeitos...
Ah essa chuva grande traz um tom de carícias mais ousadas e de aconchegos mais e mais aconchegos.
Sem pudores e sem necessidade de esconderijos, a vida também tem esse lado e negá-lo será o avesso de uma realidade que de realidade nada seria.
Asas para que te quero? Saio da minha temática tão mesclada de puritanismo para escancarar uma outra versão da vida. E esta continua sendo a mesma, sem precisar ter sentimentos de culpa e , muito menos, implicar motivos de interrogações inúteis.
A chuva me levou a desenvolver o que talvez não devesse escrever. Mas, é que esse também é o meu modo de ser e de agir. Formada em Psicologia, tento ser púdica sem prejuízo do que é normal, muito normal.
Esse puritanismo, leitores, vai até certo ponto. Fui formada para aceitar incondicionalmente os comportamentos, os esconderijos, a malícia e quase o inconsequente. Fazer o que?
Concilio a minha formação familiar do mais alto teor Religioso com a crença de que nem tudo é assim e assado.
Mas , deixemos pra lá. Não estou disposta a mostrar o avesso de minhas temáticas de uma hora para outra. Dizem que o amanhã vem depois. E que fazer com as minhas asas? Afinal, para que te quero?
quinta-feira, 24 de maio de 2012
PENSAMENTOS EM CONFLITO...
Dizem que de onde menos se espera vem o sucesso. Não sei. Mas, com certeza este meu último texto TAMBÉM PUDERA foi altamente apreciado ou, melhor diria, procurado. As provas estão aí. As estatísticas não mentem e os e-mails são reveladores.
Evidentemente, que tudo isso me levou a um ápice de sentimento de gratificação. Qual o escritor, amador ou não, que não se comove perante os resultados?
Enquanto isso, o dia transcorre entremeado de muita chuva que me traz um frio considerável e um ânimo de poder ter agradado.
Pensamentos vários entram em conflito com alguns sentimentos outros e eu tento resolvê-los, usando a arte da sabedoria. Alguém de perto me perguntou se eu já havia aceitado algumas perdas não esperadas e , inusitadamente, presentes nos atuais dos meus dias.
Com toda a minha experiência e colocando em prática os meus saberes da maturidade, que não são poucos, respondi-lhe com prontidão que o termo seria resignação. Estava resignada.
Lembrei-me das aprendizagens do meu pai e da firmeza de caráter de minha mãe. Num momento de perdas, a gente soma o bom de nossas vidas e multiplica, conseguindo um valor que nos dá todo o conforto d'alma.
Resignar-se pode não ser o aceitar que esta pessoa desejava obter como resposta, mas era a palavra certa que cabia, posto que estava presente em meu coração. E que coração!! reconstruído pelas mãos indeléveis de quem entende do saber científico e do sentimento de humanidade, tão pouco presente nesta vida.
De onde menos se espera, lá vem os nossos resultados alvissareiros, tão contraditórios e indesejáveis para outros. Vivo um tempo que é novo, mas tão bom que mudou o rumo do que esperava.
É isso aí, leitores, TAMBÉM PUDERA, novamente. Isto porque eu e vocês vibramos com o tema que virou crônica a ser postada em JORNAL. Batam palmas, pois preciso que a minha inspiração seja para sempre....
terça-feira, 22 de maio de 2012
TAMBÉM PUDERA....
Também pudera. Homens e mulheres se misturam no carrossel da vida e ocupam lugares iguais, com tudo que o direito lhes permite, ou não....
Incrível a certeza da credibilidade em tempos de tantos mascarados, implicando um tumultuado e grande turbilhão de emoções. Não gosto do que é falso e abomino a falta de transparência.
Olha que hoje estou danada. Valha-me Deus!!!
O indivíduo, não todos, se deixa levar pelos sentimentos não coincidentes com a realidade do mundo.
Estamos todos, se bem situados no rol das incertezas, inseguros com tantos comportamentos maquiavélicos e a não concordância com o que se passa com os seus vizinhos.
A tecnologia ultrapassa , muitas vezes, o humano. Vemo-nos chocados com o que recebemos e que nos deixam impotentes diante de um relacionamento que não faz justiça e prejudica, sem temor do tudo e muito menos do nada...
A linguagem apela para o metafórico, mas essa é a minha maneira de ser. Também pudera, escrevo para inteligentes que, talvez, estejam muito acima de minha linguagem ímpar.
Ai se pudesse escrever de minhas mágoas, de minhas alegrias, do meu sucesso, da minha inteligência e, até mesmo, do inusitado. Ai se pudesse....
Penso que a censura está muito pouco em uso, mas há em mim todo um carater construído ao longo do tempo e regado de fina educação e de muito respeito.
Também pudera. Hoje é um, amanhã é outro. Há um comportamento que oscila e uma falta de amor manifesto. Difícil prever muita coisa, mesmo assim ou desse jeito.
Quem é cético precisa de ver para crer. E eu vi, cheguei a crer e ainda me interrogo. Difícil acreditar profundamente e difícil imaginar a bondade que nunca foi bondade. Havia uma máscara e sempre haverá de ter para alguns...
Também pudera. Não gosto de máscaras, porém aceito a realidade que, como dizia Fernando Pessoa, não precisa de mim. E o futuro? sou daquelas que acredita que a Deus pertence.
Mas, que todos sejam perdoados...
segunda-feira, 21 de maio de 2012
VALE ESPERAR.....
Alguns dias ausente do meu blog, deixaram-me com saudades. As muitas atribuições e o meu estado de humor associado à falta de alguma inspiração, fizeram com que eu não postasse um ou outro texto.
Neste momento, com mil outras obrigações que envolvem estudo, sentei-me na minha escrivaninha para dedilhar algumas linhas.
Peço desculpas pela ausência forçada, sabendo eu que muitos se acostumaram a ler essas minhas palavras que , mesmo não sendo sempre agradáveis, condicionaram os meus leitores a partilharem comigo do meu cotidiano, dos meus sentimentos, dos meus sonhos e até das minhas realizações.
A noite está me pedindo que eu escreva. Há um chamamento e uma necessidade intrínseca que me impulsiona a este ato, contanto que a noite se torne mais noite mesclada dos meus apelos e dos meus pensamentos. Valha-me Deus!!!
Às vezes me escancaro e outras me mantenho reservada. É uma questão de vez e de momento. Nem sempre o que vem à tona é tão indicado para propagações.
Meus leitores, estava com saudades. Mas, é que saudade a gente também consegue acomodá-la. De nada adiantaria contar algumas baboseiras, quando o nosso eu se acha falando baixinho que é hora de não sair na rua, como quase diz Clarice Lispector.
Acho que pensamentos misturados devem ser guardados e resguardados, sob pena de surgirem conflitos e interrogações sem respostas.
Prometo e juro, como uma criança, que muita verbalização de bom alvitre vem por aí. Mistérios e recordações ainda estão por vir. Quero ser um livro aberto. Isso tem sido o meu lema. Vale a pena esperar por mais e mais. Nunca é tarde para chegar até onde se quer ir....
quarta-feira, 16 de maio de 2012
APENAS SOMBRAS....
A noite cai majestosa, trazendo mil lembranças que tomam conta de mim, sem que eu pedisse ou tivesse vontade de lembrá-las.
Fiel à minha conduta e mais ainda aos meus princípios, procuro esquecer o mal e busco encontrar a paz, por mais difícil que possa parecer.
Na verdade, na verdade, penso nos enganos de quem me vê passar, sem saber que a luz brilhou para mim, arrematando tudo que, por ventura, esperou.
Enganou-se o mundo se não desejou assim. Enganaram-se os pequenos e os grandes em seus pensamentos mal pensados e pouco idealizados.
A noite cai e eu passo a deslumbrar a lua que sempre vem trazendo uma esperança, como me ensinou meu pai em meus tempos de menina. Tempos que já se foram , deixando rastros de saudades e resquícios do que foi muito, muito bom..
Há quem não se detenha na beleza natural e até se deixe levar pelo materialismo das coisas. Aprendi a ser poetisa. Em dias de tristeza, sou daquelas que transforma a sabedoria em verdades alucinantes. E, por isso,muitas vezes, engano a mim e engano aos outros.
Acho que o berço em que nasci era bordado de pureza e de muito saber genético. Haja vista o grande escritor que foi o meu pai. Se hoje penso alto é porque posso. Não deixaria que os meus lábios pronunciassem a insensatez dos pouco dotados, pois o que trago arraigado em mim, impossível mandá-lo embora.
A noite cai majestosa e eu descortino tudo que de melhor e mais bonito aparece em minha varanda. Estou em paz, talvez muito mais do que
julgaram os frios de ânimo e os de poucos sentimentos bons.
A noite cai majestosa. Afugento as sombras e torno realidade tudo aquilo que sonhei e sonho. E que algumas lágrimas roladas um dia, nunca mais deixem de ser apenas sombras...
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