É UM ESPAÇO PARA EXPRESSÃO DE MINHAS INSPIRAÇÕES, EM FORMA DE TEXTOS/CRÔNICAS E, ATÉ, DE POESIAS. TRATA-SE DO MEU SEGUNDO BLOG E PRETENDO QUE SEJA ELE MAIS RESERVADO. O LEITOR HAVERÁ DE NOTAR MUDANÇAS, SENDO ELE QUEM IRÁ AVALIAR AS PALAVRAS QUE CHEGARAM PARA FICAR E OUTRAS PARA QUE O VENTO LEVE. IREI POSTAR PENSAMENTOS E DESTAQUES DO ESCRITOR NILO PEREIRA, COMO ADMIRADORA E FILHA QUE MUITO APRENDEU COM ELE E SEMPRE SEGUIRÁ AS SUAS IDÉIAS.
sábado, 21 de abril de 2012
QUEBRANDO PARADIGMAS...
A gente sempre fica sem entender muita coisa.Outras se tornam claras e evidentes sem que tenhamos que fazer esforço e nem nos preocuparmos com tal e qual.
Acordei cedo, vislumbrando um céu muito azul, tão lindo como um colírio que nos leva a delirar por tanto deslumbramento.
Deixei as incógnitas de lado até porque já se foi o tempo em que me incomodava com reversos e com pequenas adversidades. Deixei para trás e segui em frente. É como se o ontem tivesse sido tão ameaçador, que construí um hoje bem diferente.
Não foi fácil quebrar paradigmas. As lágrimas que escorreram dos meus olhos em tempos idos, deixei que desaparecessem com o tempo. Afinal, afinal, não havia justificativa e terminei por assimilar que julgar o outro , pode ser julgar a nós mesmos. E por que não?
Vida, vida minha, tão minha que quase me torno egoísta. Pedi aos céus que não me deixassem desapegada da solidariedade, temendo um lugar terrível quando daqui me fosse.
Coisas da imaginação. Hoje me pego com a beleza das coisas e a estética dos ambientes. Fiz do meu mundo um mundo que ainda não conhecia.
A vida e suas nuances. Ainda não entendi muita coisa, leitores. Injustificáveis atitudes são para mim, entretanto, o momento certo do PERDÃO e , muito mais que isso, o tempo dos meus ganhos e a certeza de que Deus sabe mesmo quem sou eu...
quinta-feira, 19 de abril de 2012
SAUDADE (ELIANA PEREIRA)
Saudade de tudo,
Saudade do nada,
do vazio que me fez menor.
Saudade dos tempos da inocência.
Saudade da bondade que quase desapareceu do mundo.
Saudade do que sempre tive,
Saudade do futuro
que julguei certeza.
Saudade de você que se foi,
Saudade de você que não veio,
Saudade da espera que não aconteceu,
Saudade de quem nunca gostou de mim,
Saudade dos entes queridos,
Saudade da minha infância,
Saudade de quando me tornei adulta,
Saudade da saudade que não pude ter. (ELIANA PEREIRA)
Postado por Eliana Pereira às Terça-feira, Novembro 09, 2010
*Este poemeto sai hj pela segunda vez, postado no primeiro blog(blogdeelianapereira)
terça-feira, 17 de abril de 2012
UMA VERDADE QUASE VERDADE....
Alguns dias afastada do meu blog, tenho andado a refletir sobre N ássuntos e X momentos.
É isso aí, talvez tenha estado mais imbuída de reflexões e deixado que as minhas inspirações caminhassem sem destino até encontrarem o seu ponto convergente.
Tenho até pensado nos temas que mais agradam aos meus leitores. Cheguei a pensar que os conteúdos filosóficos e as colocações metafóricas atraem mais do que a realidade dos dias. Sem nenhuma certeza de nada, sem conclusões consolidadas, não cheguei a um denominador comum que me fizessem ter uma certeza absoluta. No máximo de todos os máximos, posso ter me direcionado.
De qualquer forma, o final da tarde de hoje tem me deixado solta e a concentração não é das maiores e das mais acertadas.Vou, assim, navegando e deixando que o meu pensamento voe alto e me faça curtir a noite que se avizinha, sem nem mesmo pedir licença.
Na verdade , na verdade, estou mesmo é para o cotidiano. Meu trabalho, minhas leituras diárias, o meu romance escrito sob medidas e, talvez, a quase ilusão de que, como já disse alguém, a minha escada pode não ser de cristal, mas eu estou sempre subindo.
Assimilei a frase e fiz dela uma verdade quase verdade.
Confesso, meus leitores, que a tarde se vai me deixando um quê de inquietação abrandada pela vontade, quase desejo, de tomar um banho e deixar que a água em meu corpo consiga levar as incertezas dos momentos e das fases pelas quais passei, sem ao menos saber a verdade de todas as verdades.
A vida e suas nuances. O bom e a beleza dos momentos inesquecíveis que eu guardo em meu arquivo , sem reservas e sem pudor....aí vão a realidade e a fantasia. Que pelo menos algum cristão se agrade e leia até o final.
Essas colocações são memórias que ficaram do meu pai, tão inteligente quanto simplicidade.
sábado, 14 de abril de 2012
PENSO NO PRESENTE E DESENHO O FUTURO...
O sábado se repete como se o mundo girasse de forma extremamente igual. Há um quê de mesmice e uma vontade realizável de mudanças.
Danado de um alarme de celular novo, de última geração, que insiste em tocar às seis horas da manhã. Pior que isso, ainda não aprendi a fazê-lo parar....ele consegue deter o meu sono que fica latente e, por mais, que o busque não consigo adormecer.
Ainda estou naquela hora que nem mesmo eu sei o que fazer. Quase sempre é assim. Surgem idéias e eu as abafo, como se não fosse essa ou aquela a escolha certa.
A vida e suas nuances. Estive pensando no passado. Já admiti que recordar não é o meu prato preferido. Juntam-se lembranças muito boas e outras que estão adormecidas, que passaram e eu não desejo fazê-las voltar no tempo. Daí porque penso no presente e desenho o futuro como forma, até mesmo, de "canalizar as minhas emoções." Essa expressão achei que podia assimilar, posto que minha amiga sempre usa a Psicologia no momento certo. Por que não segui-la?
O próprio blog está incluída nesta forma de deixar que os estresses passem mais longe...
Os passarinhos ainda cantam. Acho que nesta minha zona de conforto em Boa Viagem, eles fizeram a sua morada e a felicidade é tanta, que o seu canto dura mais do que o de sempre, em certos lugares. Não tenho certeza, mas intuição.
Vida, vida minha, mutável e dentro dos parâmetros que me permitem voar como as andorinhas.Isto me dá um certo bem estar, pois parada, estaria dando sim à mesmice , que eu não quero jamais.
Vamos lá, leitores, pernas pro ar e bons lazeres mais e mais. Porque hoje é sábado e do sábado não se esquece...
quinta-feira, 12 de abril de 2012
COMO SE ETERNAS FOSSEM AS NOSSAS EMOÇÕES....
Indagações várias pairam em minha mente e eu até penso que o mundo pode me dar todas as respostas que eu gostaria de ouvir...
Surge aí o tempo. Os minutos que voam e as horas que não conseguimos controlar.
Já pensei que algumas rebordosas e mesmo algumas ingratidões ficassem para sempre em mim. E que o momento fosse eterno como se eternas fossem as nossas emoções.
Com o tempo , e não faz muito tempo, descobri, que alguns sentimentos se transformam, que deletamos tudo que nos faz mal, que esquecemos as pessoas que não tinham em si a pureza da alma, que até na idade adulta deveria existir.
A vida é muito mutável. O mais antigo desaparece até para quem tem bom coração e o mais novo toma o lugar do que se foi. Quando algo passa, passa mesmo. Tolice pensar que o ressentimento de um faz mal ao outro.
Famosa frase de um dos maiores escritores ingleses, se não o maior, William Shekespeare, era a seguinte: GUARDAR RESSENTIMENTO É COMO TOMAR VENENO E ACHAR QUE O OUTRO VAI MORRER.
Quando professora do ESUDA, ensinando TERAPIA ROGERIANA,numa determinada tarde de sábado inesquecível, citei essa frase numa aula inaugural e a platéia me aplaudiu de pé.
Confesso, leitores, que nem eu pensava receber tantas palmas. Neste momento percebi que os meus alunos, futuros alunos, estavam preparados para assimilarem os conceitos mais profundos e adquirirem a técnica de Terapia Rogeriana.
É.... o tempo é mesmo mutável, pois mutáveis são as nossas emoções. Sem gostar de sentir pena, sinto hoje pena de pseudo amigos que eu tive a impressão que poderia guardar em meu coração. Pelo menos, isso.
Qual nada , hoje sei que a vida é bela, mas que muitos dos que esqueci foram varridos para que eu pudesse ter a plenitude da felicidade...
Pelo menos, aprendi a lição. E hajam risos!!!!
quarta-feira, 11 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
A FAVOR DO VENTO....
Como uma criança que há muitos dias, ou um mês, não toma o seu delicioso banho de mar tão curtido, caí hoje nas águas de Boa Viagem, permitindo-me ser naquele momento tudo que estava precisando.
Senti o lúdico, brinquei com as ondas, mergulhei e aproveitei o ar puro que não podemos desfrutar num ambiente confinado.
Era tudo que eu queria naquele instante. Precisava esquecer o mundo, fazer reflexões apenas de coisas boas, sentir-me jovem, não importando a maturidade que eu angariara de todas as formas, principalmente pelas experiências boas e ruins que não conseguimos parar, pois as pessoas ou caminham a favor do vento ou seguem contra o vento.
Permitam-me, leitores, que eu possa ser criança um dia ,em vez de apenas a escritora que busca o saber e se utiliza de uma înspiração inerente a sua pessoa. Sozinha, mas com Deus, quase saltitei nas ondas do mar, com direito a sarrabulhos e cabelos molhados, pingando de água que me fazia sentir bem e contracenar com o sol.
A vida e suas nuances. Nem todo dia terá que ser austero, trabalhado, esforçado e cansativo. Hoje, eu queria ser outra ou, talvez, a mesma, mas que tenta, muitas vezes, encobrir um espírito infantil, um melhor viver e uma grande vontade de aproveitar as maravilhas da vida.
Sem nenhum pudor, fui eu e fui feliz, na quase plenitude do SER e do SENTIR...
Assinar:
Postagens (Atom)






