É UM ESPAÇO PARA EXPRESSÃO DE MINHAS INSPIRAÇÕES, EM FORMA DE TEXTOS/CRÔNICAS E, ATÉ, DE POESIAS. TRATA-SE DO MEU SEGUNDO BLOG E PRETENDO QUE SEJA ELE MAIS RESERVADO. O LEITOR HAVERÁ DE NOTAR MUDANÇAS, SENDO ELE QUEM IRÁ AVALIAR AS PALAVRAS QUE CHEGARAM PARA FICAR E OUTRAS PARA QUE O VENTO LEVE. IREI POSTAR PENSAMENTOS E DESTAQUES DO ESCRITOR NILO PEREIRA, COMO ADMIRADORA E FILHA QUE MUITO APRENDEU COM ELE E SEMPRE SEGUIRÁ AS SUAS IDÉIAS.
quarta-feira, 21 de março de 2012
QUE FAÇAM PARECIDO....
Ainda no trabalho, resolvi me dar uma pausa. Até porque o alívio de minhas tarefas assim me permitiram.
Lembrei-me de fatos pitorescos, como costuma referir um dos meus irmãos, e comecei a digitar, aproveitando, também, o computador novo que recebi para dar conta de minhas atividades de trabalho, assim que aqui cheguei. Penso que o meu novo local de trabalho é excelente. Dá-me uma satisfação que, até imagino, Deus havia guardado para mim, RESERVANDO como reconhecimento pelos meus 18 ou quase 19 anos servindo a uma Universidade que eu tanto gosto. Tirá-la de mim seria até uma crueldade e um ato impulsivo, capaz de levar qualquer um ao arrependimento.
Mas, dando continuidade aos meus prazeres e aos meus momentos anti estresses, estive ontem, à tardinha, num Restaurante/ Bar em plena beira mar de Boa Viagem, eu e meu esposo, para curtirmos um momento de paz e de comemoração. Feitos os meus exames, constatei que estava tudo sob controle, tendo recebido do Médico, Doutor com todas as letras, um conselho e muitas orientações para que eu virasse a página de minha vida atribulada e que desse ouvidos apenas a quem me quer bem.Pretendo seguir à risca e deixar certos descaminhos perdidos no desprezo para quem merece.
Fim de tarde maravilhoso. Conversamos besteiras, fizemos planos, imaginamos o retorno de nós dois em casa , sozinhos, o ninho vazio e o casamento de nossa filha. A alegria e a falta de nossa sempre menina: tão encantadora aos nossos olhos e tão presente em nossas decisões. Contentamento e lacuna. Mas, chega o momento certo e temos que nos fazer contentes.
Observamos os frequentadores do Restaurante: os adolescentes que sorriam e contavam piadas, os maduros que , vestidos de moda carioca, se mantinham mais soltos , leves e fagueiros.
Lembrei-me do Rio de Janeiro e do calçadão, onde os velhos são mais novos , onde as jovens, bronzeadas e de cabelos bem compridos e loiros davam, aos que estavam como turistas, uma sensação de panorama mais bonito , num palco de tanta beleza natural.
Pretendíamos não nos prolongar tanto. As tres horas ali naquele recinto se excederam. Mas, afinal, afinal, este é o lado bom da vida e que precisamos desfrutar. Que façam parecido, leitores. A vida é bela....
terça-feira, 20 de março de 2012
VAMOS LÁ...
Estou começando a viver novos ares. Às vezes é preciso que a mudança aconteça, levando coisas boas para que melhores coisas possam acontecer. E aconteceram.....
Foi assim que comecei a sentir a brisa do mar e o azul encantador de um céu estrelado.
Tudo que, no fundo, não representa o essencial de nossas vidas, a gente consegue apagar e deixar o esquecimento tomar conta de nossos corações.
Dizem que é preciso NAMORAR a vida para que sintamos a beleza do viver e tenhamos garras para nos tornarmos ágeis na corrida do tempo.
Cheguei um tanto tarde do trabalho. Penso em tudo. Até no encantador que é poder enfrentar a labuta e fazer deste momento um instante de satisfação e de gratificação.
Tempos bem melhores chegaram. De que jeito e de que maneira não sei, ou sei. Deus, no comando de tudo me preparou um lugar ao sol, mais iluminado do que, talvez, imaginassem aqueles que não têm fé.
Vida, vida minha. O texto terá, hoje, que sair pequeno. Há um banho de espuma me esperando onde eu possa relaxar e me fazer plena de contentamento. Fui capaz de curtir o dia sem os choques de nenhuma adversidade. E o banho é melhor, para mim, do que qualquer coisa. Vamos lá...
domingo, 18 de março de 2012
EM JACAREPAGUÁ....
Amanhece o dia chuvoso e calmo, embora um tanto bucólico. Acredito que o sol chegará brilhante às dez horas da manhã.
Ainda não era hora de acordar. Domingo aponta para um despertar mais tarde, diferenciando dos dias da semana , quando o trabalho nos chama cedo.
Acordei como quem acorda em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Lembro que em tempos idos, tendo eu passado a noite neste quase ou mesmo subúrbio, a madrugada me pareceu bastante interiorana. Os pássaros da casa e os de fora faziam uma serenata e todo este espetáculo me dava uma sensação inexplicável. Confesso que meio estranha aos meus hábitos e ao meu amanhecer, sempre.
Não sei porque cargas dágua vieram hoje, em bandos, tantos passarinhos fazerem uma sonata na minha janela. Parecia até que era um despertador que eu não marquei.
Mil pensamentos e um turbilhão de planejamentos passam em minha mente . Além do mais, as lembranças de tempos idos que o próprio tempo, talvez, tenha se encarregado de destruir.
Mas, é isso aí. Adversidades, a gente controla dando um sentido a nossa vida. Foi assim que refiz tantos planos e concretizei tantos sonhos.
A vida é bela, embora curta, em muitos casos. Desfruto dos bons momentos, deixando mesmo que o passado fique num esconderijo e o futuro, entrego a Deus. Isso, quando o peso dos mistérios tomam conta de nosso pensar. Bem que vale à pena.
A noite ontem esteve glamourosa. Convidada para uma Recepção de requinte, aproveitei com o meu esposo uma noitada boa. Estes convites não faltam.... Vida, vida minha....
sábado, 17 de março de 2012
POR EXCELÊNCIA!
É isso aí , leitores. Tem fatos que a gente guarda escondidinho em nossos corações até que o mundo mostre a outra face da moeda, as voltas e as reviravoltas. Tem outros que escancaramos, porque valeu muito vivenciá-los.
Ontem, sexta feira, foi um dia atípico, encantador e nada exaustivo, tamanhos o contentamento e a satisfação. Tive o grande prazer, trabalhando agora na Ouvidoria da UPE, de comemorar o Dia do Ouvidor. A festa esteve maravilhosa, entremeada de excelentes Palestras e quitutes a mil.
O melhor de tudo foi ter ido acompanhando , juntas, como sempre, a minha amiga e , como diz a própria, colega de trabalho Rosário Lapenda. Com ela tenho aprendido as peculiaridades da Ouvidoria e passado os bons momentos que me dão essa atividade tão atual quanto importante.
Preciso dizer da minha admiração por esta grande Ouvidora,excelente empreendedora e que tem me ensinado o bê a bá deste meu trabalho novo e encantador. Para você, Rosário, eu bato palmas. E você sabe o porquê.
Mas, a festa foi encantadora. Nem seria necessário mencionar que o mundo de autoridades estiveram presentes, entre elas os Desembargadores Ouvidores dos Tribunais Eleitoral, da Justiça e do Tribunal de Contas. Secretários do Governo e a grande Ouvidora do Estado, Karla Júlia.
De lá estive também, como continuação a um dia especial, desta vez com o meu marido, em Restaurante fino , onde almoçamos e conversamos sobre assunto que estava na ordem do dia.
A razão deste meu texto talvez tenha grandes explicações. É como costumo dizer: um dia sim, outro não.
E não é que a sexta feira se transformou!! Já não existiam ranços e nem perdão. Este já me é inerente e o verdadeiro perdão Deus deu por Excelência!
quinta-feira, 15 de março de 2012
A HUMILDADE COMO ANTÍDOTO...
A vida e suas nuances. Os dias e as noites. As diferenças individuais. Aqueles que conseguem enterrar o passado e não têm expectativas quanto ao futuro. Valha-me Deus!!!!
Tenho aprendido muito. Cada momento é único e cada sensação é um ensino. O sentimento e o ressentimento. O não deixar que os pequenos ou grandes tombos do caminho nos transformem numa pessoa ressentida. O fácil e o difícil. A chuva que nos faz escorregar e o sol que nos ilumina.
O amor e o desamor. A verdade e a incerteza. O dinheiro que não substitui o amor que é capaz de nutrir e unir uma família. O desprezo e o aconchego. O choro contido e as lágrimas convulsas.
A humildade como antídoto contra o orgulho e o viver que surpreende a si mesmo e não aos outros.
O choque emocional e o acordar para o seu bem emocional.A dignidade que não se deve perder..
A vida e suas nuances. Entendo que a coragem de transformar a própria vida não depende de idade. Acredito, porém, que equacionadas as perdas e ganhos, a idade madura é um trunfo em nossas vidas.O importante é continuar sonhando...
Penso sobre o dinheiro. Concordo que dinheiro é bom quando nos faz sentir seguros e não aquele que nos aprisiona. Sabemos que alguns possuem dinheiro e outros são possuídos por ele.
A sociedade que nos impõe. O carro que é comprado para mostrar á sociedade. O BEM E O MAL. O ingrato e o agradecido.
Aquele consciente de que Deus nos olha e o alienado.A dor do desprezado e o vitorioso que não percebe que tudo é passageiro. O futuro expectado e preparado e o presente como se eterno fosse.
O texto escrito e pensado e a fuga da insensatez. Os que temem algo e o desprovido de temores. Os rancorosos e os coerentes.
Vida, vida minha. Acontecimentos inusitados e a risadaria, como dizia o meu pai, dos sentimentos alheios. A solidariedade que supera o egoísmo. E a verdade pensada e repensada.
A vida e suas nuances. O ontem e o hoje. O choque já passado e o contentamento atual de quem sabe de seu potencial,de quem ama a vida e de quem não despreza as voltas que o mundo dá....
terça-feira, 13 de março de 2012
VAI E VOLTA....
A tarde se vai tão lentamente, como se não quisesse passar. Há um quê de nostalgia e um pouco de mistério em cada recanto, em cada vazio e em cada contagem do tempo, minuto a minuto, como se fosse cinco.
Lembro de minha mãe em tempos idos quando, por uma janela, aguardava a sua filha caçula que permanecia trabalhando até às dezenove horas. Eu aliviava a sua angústia, através do fio telefônico, contribuindo para que as horas intermináveis parecessem menores.
Hoje eu vivencio quase a mesma situação e sinto não poder mais conversar com ela, depois que a vida lhe impôs uma situação vegetativa , que não lhe permite mais nada, nem mesmo o balbuciar dos seus lábios...
Essas tardes prolongadas carregam um pouco de tudo. Se não uma insatisfação, uma indolência amarga e uma solidão sentida. Geralmente, nesses momentos, estamos sozinhos e este estado faz com que fiquemos
inertes ou inquietos. A dupla face da moeda. Ou uma coisa ou outra.
Ainda bem que, por ser psicóloga ou não, aprendi a viver da forma que me convém ou da maneira como o mundo a mim se apresenta. Mas,se não sofro a dor do desprezo, também não sou insensível de vez em quando: nas horas em que o desafio me é grande. Aí, leitores, não sou perfeita e nem tenho a pretensão de poder ser.
Fato é que invento mil coisas. Busco até mesmo uma inspiração tolhida, contanto que o desabafo seja mais forte do que poderia não ser.
Passo da melancolia a um estado de contentamento como quem quer tudo, menos o sofrimento que a solidão nos traz.
Mas, o danado, meus leitores, é que uma enxaqueca oftálmica vem me perseguindo o dia todo e todo este dia. O tratamento medicamentoso abranda e alivia. Sinto apenas que o estresse , que dá razão a esta dor, estranhamente não passa. Ainda queria que fosse novamente o Ano Novo, que deu a luz a 2011, com as minhas antigas comemorações e as minhas alegrias iguais.
De onde fui buscar essa lembrança? e por que tão doída? É que a dor deste Ano Novo passado vai e volta...
Lembro de minha mãe em tempos idos quando, por uma janela, aguardava a sua filha caçula que permanecia trabalhando até às dezenove horas. Eu aliviava a sua angústia, através do fio telefônico, contribuindo para que as horas intermináveis parecessem menores.
Hoje eu vivencio quase a mesma situação e sinto não poder mais conversar com ela, depois que a vida lhe impôs uma situação vegetativa , que não lhe permite mais nada, nem mesmo o balbuciar dos seus lábios...
Essas tardes prolongadas carregam um pouco de tudo. Se não uma insatisfação, uma indolência amarga e uma solidão sentida. Geralmente, nesses momentos, estamos sozinhos e este estado faz com que fiquemos
inertes ou inquietos. A dupla face da moeda. Ou uma coisa ou outra.
Ainda bem que, por ser psicóloga ou não, aprendi a viver da forma que me convém ou da maneira como o mundo a mim se apresenta. Mas,se não sofro a dor do desprezo, também não sou insensível de vez em quando: nas horas em que o desafio me é grande. Aí, leitores, não sou perfeita e nem tenho a pretensão de poder ser.
Fato é que invento mil coisas. Busco até mesmo uma inspiração tolhida, contanto que o desabafo seja mais forte do que poderia não ser.
Passo da melancolia a um estado de contentamento como quem quer tudo, menos o sofrimento que a solidão nos traz.
Mas, o danado, meus leitores, é que uma enxaqueca oftálmica vem me perseguindo o dia todo e todo este dia. O tratamento medicamentoso abranda e alivia. Sinto apenas que o estresse , que dá razão a esta dor, estranhamente não passa. Ainda queria que fosse novamente o Ano Novo, que deu a luz a 2011, com as minhas antigas comemorações e as minhas alegrias iguais.
De onde fui buscar essa lembrança? e por que tão doída? É que a dor deste Ano Novo passado vai e volta...
domingo, 11 de março de 2012
E DEUS COMO SERIA....
Acho que aprendi a viver. Hoje tenho medo da morte. Esse sentimento so apareceu depois que tive o infarto e no caminho até o Hospital Santa Joana, fiquei imaginando o que era o céu, para onde eu iria e Deus como seria. E o meu julgamento? Terrível sensação de um vazio: deixar a minha casa e os meus maiores amores: minha filha querida e o meu esposo. A minha mãe não tomaria conhecimento, tamanho é o quadro fatídico em que ela se encontra há tres anos: alheia ou não à realidade. Talvez, sensível e perceptiva pela sua condição de mãe, esperando o momento certo para poder dar o seu adeus aos filhos que tanto amou e a quem tanto esteve unida, procurando deixar esse legado...
A cada dia aprendo melhor a viver. Sinto que as alegrias e as dores, os afetos e os percalços e a minha cura me levaram a um trabalho de amor à vida, não importam se gostam de mim ou se, em alguns casos, se afastaram de mim. A gente começa gritando por socorro e termina administrando as nossas vidas, até entrarmos numa zona de conforto, lidando com a solidão, tirando proveito das atitudes de insensatez de quem nos cerca, acostumando-se com as procuras e convivendo com os desprezos. Já não nos abalam mais os telefonemas atendidos e a mudez dos que não falam quando ouvem as nossas vozes.
Há um quê de amnésia e de INGRATIDÃO por parte de alguns e uma falta de sentimento minha , quando sinto que atitudes adversas são intocáveis a minha pessoa. E que o tempo ensinará a quem assim procede.
Interessante a vida quando se aprende a dar a volta por cima e, mais ainda, quando nos tornamos capazes de desenvolver uma auto estima que supera reações possíveis de descontentamento e ficamos imunizados aos injustos e sei lá o que...
Falo , não por desabafo, mas por me sentir fascinada com a minha aprendizagem em saber viver, advinda de situações que de sofríveis passaram a ser um mel de satisfação. E para que outros passem a refletir e a se trabalharem neste sentido.
Mas, a noite esteve muito divertida. O aniversário do netinho da minha grande e linda amiga esteve muito além das expectativas. Eu e meu esposo passamos momentos de muita alegria.
E o domingo segue o seu trajeto, sem praias, mas adocicado pelos passeios que fizemos, eu e Woy, num clima de cumplicidade e num desejo de quero mais...
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