
É.... tenho seguido o meu caminho enfrentando as alegrias e os acontecimentos inesperados, incapazes de serem pensados e repensados em momentos anteriores.
A gente aprende com a vida , mas esquece o limite de credibilidade nas pessoas. Enfrenta trancos e barrancos e sai da linha reta , quando as decepções atingem o além de todas as nossas forças.
Com tudo isso e por mais aquilo, vamos saindo pela tangente e buscando formas de amar a vida.
Leio muito. Nisso, puxei ao meu pai. Quem lê, não se detém na mediocridade do cotidiano que, por vezes, deixa o outro e os outros tão mesquinhos e quase alheios à realidade de uma vida construída sem tantos dissabores.
É na maturidade que venho achando as respostas para uma vivência mais vivida e para uma felicidade quase plena.
Pudesse fugir da necessidade de guardar tantos e tamanhos segredos, contaria para vocês o alento de um dia que se transformou num bel prazer quase inimaginável.
Não gosto de mistérios , mas a vida me ensinou que nem tudo se propaga. Isto eu aprendi, senti as agruras das quase falsidades e hoje sou eu, eu e minhas circunstâncias.
Penso que muito do que escrevi hoje foi movida por uma força maior que ultrapassou a inspiração transparente e escancarada.
A noite chegou e eu deixei que o meu espírito e o meu corpo ficassem entregues ao bom senso e ao prazer que ela me dá. Tanto prazer e tanta sensibilidade!
E agora pensem como quiserem. Pelo menos, isso é livre como uma andorinha...





