
Resolvo dar uma pausa no meu trabalho, na tentativa de me dar um pouco do relax que se faz necessário, principalmente quando a labuta do dia já atingiu o limite dos meus limites.
Aqui há hoje uma quietude, quase inquietante e incômoda.
Quando o ambiente, antes , era ocupado por muita gente, faz falta o barulho das vozes que preenchem o espaço. As pessoas me fazem falta.
Dia chuvoso, nublado e um tanto melancólico. Essas características não anulam o bem estar , que advém do trabalho, sempre prazeroso, que estimula o ser humano ávido pela atividade da qual resulta a gratificação financeira e emocional.
Aqui tudo é calma, mas uma tranquilidade que, se inquietante, é tão boa quanto necessária.
Havia em mim tanto impulso para trabalhar, que os dias, contados nos dedos, do meu tempo de reclusão pelo evento estavam constituindo um tempo mais prolongado do que realmente foi. É a PERCEPÇÃO variável de acordo com a motivação do momento.
Esta minha crônica traduz o prazer que me faz trabalhar, ao contrário do que tenham, talvez , imaginado alguns indivíduos impensados, ou não.
Tudo que sinto hoje é tão satisfatoriamente vivenciado e tão maravilhoso em meu ser, que seria uma lacuna não passar para vocês tanto sentimento.
Disse e reitero que o trabalho é a escola da vida. Com ele, eu aprendi a vida no seu cotidiano, tão cotidiano que supera o muito que seria sem trabalhar...
Deixo , aqui, uma louvação ao trabalho. E ponto final...





