Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

terça-feira, 31 de maio de 2011

CANTAROLANDO COMO UMA CRIANÇA FELIZ....


Quero agradecer aos e-mails e comentário único no blog, mas especialíssimo, recebidos por mim. Todos faziam alusão a minha crônica AINDA CREEM EM DEUS...., numa louvação que, sincera e realisticamente, não esperava tanto. Superou às minhas expectativas e tal fato me fez sentir, como autora do texto, extremamente feliz.
Estes elogios partiram de amigos, que deram os seus nomes e pelos , quase, anônimos. A família já é, para mim, a certeza das certezas, sem necessidade de pronunciamentos manifestos. Nesse momento, sinto a falta do meu pai e de minha mãe enferma. Muita falta!!!!
Confesso, leitores, que fiquei tão emocionalmente agradecida que saí nas ruas cantarolando como uma criança feliz aplaudida pela sua apresentação em palco.
Todo escritor gosta de ser lido. Isso é inegável. É como se alimentasse o ego e servisse de sustentação aos seus escritos, estimulando e lhe dando crença nas crônicas que haverão de vir.
Mas, esta tarde estive lendo um livro de AGATHA CHRISTIE, O Incidente da Bola de cachorro. Ainda , iniciando a leitura ,estou numa fase em que não posso me pronunciar por inteira e nem pela metade...
Como já disse e, agora ,reitero, por vontade pròpria, não entro na área profissional de outrem , evitando cometer um errinho aqui e outro ali. Ficaria constrangida com uma situação desse porte.
Mas, confesso, leitores, que meia volta, volta e meia, me vejo estudando não só a Psicologia como adentrando nas áreas de Medicina e de Direito.
Dizem que de médico, todos têm um pouco. Quanto à justiça, precisamos saber alguma coisa. Se me vejo atacada ou incriminada, digo cá com os meus botões: vou procurar um bom Advogado, em quem eu depositarei a confiança de que preciso para me inocentar, já que fui agredida. Tudo isto é suposição...
Evidentemente que nascida dos pais , essencialmente, de um pai advogado, não precisava tocar neste lugar comum.
Já é óbvio que os Diplomas da OAB , somente eles, dão ao indivíduo a força de LEI .
Nunca passei por algo que me provocasse temores. NENHUM. Na maturidade é um trunfo ser quem sou eu. Não precisava propagar, mas digo por orgulho.Todos podem, segundo a minha pessoa, um dia só, ser um pouquinho orgulhoso . Perdoem se me auto elogio e abro essa polêmica.
Interessante, que o lema de John Curran foi sempre: EVITE A JUSTIÇA, SEMPRE QUE POSSÍVEL.
Li isto hoje à tarde. Sempre achei assim , como os sensatos e os sabedores consequentes!!!
Deus seja louvado!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

AINDA CREEM EM DEUS.....


A noite chegou tão de mansinho, que do meu quarto tão escuro , quase, não acreditei.
Na varanda, tive a confirmação. A escuridão e a ventania, típicas do horário, foram o suficiente.
Estava tão exausta que adormeci por volta das dezesseis horas, achando que o cochilo fosse apenas o necessário.
Qual o quê, a noite chegou de mansinho, ou não. Quem sabe o meu sono profundo não me levou a pensar assim e, até, a me iludir com o que era tão verdadeiro, quanto imaginável.
No céu, as estrelas piscavam e o tempo se preparava , com os seus ares de chuva, para mais um anoitecer.
É tempo de inverno e a nebulosidade aguçada nos deixa em estado de alerta para as chuvas ou, até mesmo,para os reluzentes relâmpagos e trovões.
Preparo-me para retornar a uma etapa da minha vida que, neste momento, tornou-se uma incógnita, com tantas voltas e reviravoltas. Com tantas incompreensões e muito mais....
O meu coração, levemente, muito levemente,vai se preparando para enfrentar o que nem sei poderá ser um prazer ou uma labuta gratificante.
Procurei preparar o meu coração. Que ventos rolem para o bem, não permitindo , a mim, uma única opção de suportar o que um coração, bom de sentimentos, teria que suportar.
Mas, mudei e mudei muito. Mudei física e emocionalmente. Há um quê de ousadia no ar, que chegou tarde demais....mas, chegou.
Tenho passado por fases que, maléficas ou não, vou enfrentando com altivez e com a certeza que o mal nunca vence o bem.
Costumava um colega meu, médico, espirituoso e amigo, me chamar de garotona.
Tempos, tempos bons e saudáveis. Veio , depois, um vendaval de injustiças, aqui e acolá.
E a garotona , mesmo tardiamente, cresceu e , hoje, é mulher de verdade, não importam os batentes que subiu na sua feminilidade notória e no seu comportamento tão valente, quanto justo...
Se fui clara para todos, não sei. Mas, houve quem entendesse que,agora, comigo, BRINCAMOS DIFERENTEMENTE.... Vou à luta com o peito aberto e o meu coração comportado. Não importa se você e outros, ainda, creem em Deus!!!

sábado, 28 de maio de 2011

CÚMPLICE DOS SEUS CAPRICHOS....


Que dia puxado e regado a muita correria, em busca de utensílios domésticos. Tive que me recolher à noite.
Acho que, afinal, não sou de ferro sempre.
O sono dá sinais de que hoje me pega. Ainda assim, sentei-me para postar um texto, cumprindo a minha, quase, obrigação de escrever diariamente.É muito setenta, meu falecido pai!!!!
Até, durante a novela, dei os meus bons cochilos que me fizeram viajar a lugares distantes. Ai vieram os sonhos. Pareciam muito mais reais do que ilusões.
Na certa, fui a Europa, assunto da ordem do dia em minha casa. Lembro que Paris é mesmo linda e deslumbrante. A Inglaterra, com tantos turistas, me impressionou. Foi o casamento do Príncipe. É muita honra, com direito a retratos no local e "souvenirs " para lembranças.
Fiquei consagrada em Praga, na Capelinha do Menino Jesus de Praga.La comprei todos os Terços que desejava e lá vem Lisboa com seus Fados e seus encantos.
Interessante a vida. Tudo que falei, já havia escutado. As impressões ficaram tão fortes, que juraria ter viajado. Ainda teve Berlim, que tanto "me" impressionou: o Muro , onde o povo era morto, e a tristeza da história que por lá ouvi.
Mas, leitores, tudo não passou de sonho. Nada foi real, a não ser a certeza de que tudo eu ouvi, realmente. Mas, nem viajei e nem vi. É demais...
Tenho, assim, muito a contar, pois afora o sonho , fui ouvinte deste belo passeio que pessoa muito amada fez....
Penso que tomei meio banho de civilização, no bom sentido. é lógico.
O meu extremado banho foi agora, com tudo que tive direito...
E lá se vai o meu cotidiano, contado em crônica. Um dia, haveremos de trocar idéias, frente a frente, e de sermos Eu e vocês....sem pudor, sem esconderijos, sem timidez e sem recatos. Vocês já me conhecem muito. Quero, agora, ser cúmplice dos seus caprichos....

sexta-feira, 27 de maio de 2011

NEM SEMPRE É DE GUERRA....


Há uma dùvida no ar. Sentei-me aqui e nem sei se vale a pena postar alguma crônica, diante de uma série de informações e de formações que se acumulam na minha mente, dando uma espécie de interrogações que me deixam em conflito.
Estou só. Também, não é difícil acontecer numa família de tres, onde minha filhota, já advogada, vai curtir a noite e o meu esposo fatigado de tanto medicar, acaba cansado e com sono.
A sexta feira, para mim, NEM SEMPRE É DE GUERRA, como dizia um amigo meu, médico, colega de uma Clínica onde formávamos uma equipe multidisciplinar.
Velhos tempos estes, que me dão saudades. Houve uma época em que tudo era florido para mim.
Tinha mesmo que me casar com um médico. Namorei somente médicos. Acho, até, que ,inconscientemente, essa profissão tão linda e humana era o pre requisito para a atração. Valha-me Deus, como gosto de Doutores, com Doutorados ou não...Com todas as minhas Leis de Gerente de Pós Graduação, Médico é Doutor e muito....muito mais....
Mas, falei, inicialmente, que há uma dúvida no ar. Com isso , posso passar de um assunto a outro, sem proibições...
Hoje estive pensando no ser humano e na sua dualidade, tantas vezes presente. É que o meu amigo , após me fazer afagos, sem malícias, terminou mostrando uma face que me decepcionou e muito.
Já falei que estou em outra fase e estou. Mas, hoje imaginei e controlei o meu impulso de reação emergente. Neste momento, senti que do jeito que sou agora não havia condições de modificar o quem sou eu.
Há , muitas vezes, em nós, uma decepção presente e um conhecimento maior dos outros, quando estes se escancaram.
Pesando e medindo, mais vale o segundo. Estou em paz comigo mesma. Será que é certo ser uma e , ao mesmo tempo, ser outra?
Tenho que sorrir um pouquinho. Quem não se afasta do estresse é um tolo, não é meus leitores?
Já deu para cumprir a minha missão . Parece, até, que como o meu pai, tenho uma coluna diária...
Estou bem à vontade, não importa se faz frio ou se faz calor. Faço o que quiser, quando quiser. E chorem, os impensados....Imaginem, os calorosos!!!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

TODOS OS DIAS....


Quando a gente estuda Psicologia e lá se vão muitos anos quando fiz o curso, ficam incorporadas algumas palavras que não esquecemos e sempre estamos a utilizá-las.
Lembro-me de várias, mas como o meu texto diz respeito ao termo LIMIAR, deixo que ele fique em evidência e bem notório.
Abordando, assim, esta temática, fico a imaginar como era baixo o meu limiar para suportar palavras ásperas, quando me eram dirigidas, e o quanto me derretia em lágrimas e ficava temerosa de tudo que pudesse me amedrontar.
Os anos passam e a maneira de ver o mundo e de agir mudam de uma forma surpreendente.
Hoje, já uma mulher madura recheada de experiências, sinto o quanto o meu limiar subiu, numa escala considerável de zero a dez, ficando num ponto nove, que já não me aterroriza e nem me põe medos infundados, é óbvio.Coloca óbvio nisto...
O pior, meus leitores, é que esta transformação, geralmente, não é sentida pelos outros que veem o mundo diferente, mas não concebe que o seu companheiro da mais tenra idade mudou, também: em gênero, número e grau. Tanta tolice e tanta inocência!
Escrevo esta crônica com uma rapidez incalculável, como falava o meu saudoso pai. É que preciso sair por problemas particulares, tão particulares, que seriam sem graça deixá-los à tona..
Mas conversa vai e conversa vem, estou num patamar que me sustenta de agressões e de ´rebeldias, advindas daqui e dali. Com um limiar com nota nove, como classifiquei, mudei a minha postura e cresceu o meu bem estar físico e emocional.
Tenho um médico que , além de me tratar fisicamente, me dá tantos conselhos que me fizeram ver a vida com outros olhos, olhos de quem quer viver em paz.
Tenho, até, vontade de ir repassando, para quem se interesse, as abordagens do doutor.
Em um mundo conturbado, quem não quer deixar para lá a possibilidade de um evento coronariano!!!!
Comecem por um bom regime e ouçam lá: o meu café da manhã foi , hoje, suco de laranja e gelatina de dieta de morango.
É a vida ensinando todos os dias..... E, eu, aprendendo a cada dia....

quarta-feira, 25 de maio de 2011

OUSAR DISTINGUE.....


"Quem vive sabe" (Clarice Lispector): estamos vivendo um momento de completas contradições, onde o acreditar de hoje pode não ser mais o de amanhã.
Tenho, nos meus conceitos de valores, a fidelidade à minha autenticidade e não ouso dar voos tão altos, quanto injustificáveis.
Evidentemente, que , encontrando-me comigo mesma, vou tomando decisões que cabem ao momento. As mudanças dos fatos ou dos atos justificam, por vezes, as mudanças de atitudes. Há, no entanto, uma moral , que não muda, posto que incorporada.
Só não deixarei que a passividade tome conta de mim...
Já experimentei muitas coisas, passando da alegria ao desespero. Estas experiências têm me servido de base para que eu encontre mil razões para mil atitudes.
Tenho em mim procurar a verdade, mesmo sendo aquela que , quase, me ultrapassa.
Escrevo muito sobre a solidão. Acho que não constitui o meu tema central, mas, muitas vezes, é a minha motivação e, até, a minha força maior.
Não posso demarcar , como regra geral, que a felicidade não existe, mas sou quase adepta de que a felicidade, implicando felicidade plena, talvez, seja inexistente. Falo muito em um contentamento e numa paz, muitas vezes, transitória.
Não sei se já deu para serem notadas as reticências, que sempre coloco, cá e acolá. Com isso quero , sempre, dar o direito a imaginações várias.
Quando não conto o que sinto, fato, relato os meus pensamentos. São atos que preenchem o meu cotidiano e, quem sabe, ajudam o próximo. Oxalá , seja desta maneira.
Estou sempre no meu lugar, nunca dando motivos para que outrem se sinta prejudicado.Também, se tenho direito ao grito, grito forte e melodioso.
Não me considero especial, mas , meus escritos não têm passado despercebidos.
É a tal coisa do escritor: ter sempre adjetivos esplendorosos e a vontade de usar termos suculentos, para incentivar os leitores.
Acredito que ousar distingue e por que não?
Postado por Eliana Pereira às Quarta-feira, Maio 25, 2011 Postar um comentário

segunda-feira, 23 de maio de 2011

EU CHORARIA MUITO MAIS....


Já sofri por antecipação. Já tive medo do nada. Já "encuquei" sem razões... Sempre cumpri as regras e , principalmente, as leis. Quem não haverá de assim fazer?
Estou num estado, se não de nirvana, pois já seria demais, porém trabalhada, dedicada a minha vida e debruçada sobre os livros.
Quero morrer aprendendo. A ignorância me afasta, posto que não suportaria me entregar ao cotidiano, vivendo , apenas, de disse me disse ou de brisa forte.
Hoje, após a minha caminhada, trajada à carater, como manda o figurino dos grandes estilistas esportivos, fui parar na cama.
Já era tardinha. Deu-me um sono irresistível e eu dormi tanto, que só um telefonema, oferecendo Cartões Bradesco , fez-me acordar.
Foi um sono pesado, mas que me mostrou um instante de pesadelo, onde a minha mãe me chamava e CHORAVA ao mesmo tempo. Acordei aflita. Não fosse o telefonema do Banco, talvez, tivesse chegado ao final do sono ou do sonho. Quem sabe , ela não me fizesse alguma revelação.
E, agora , mama : estou resistindo a uma decisão tomada na terapia. Tudo tem os seus limites. Já fiquei sequelada pelo fato que me levou ao Santa Joana. Já teve quem se atormentasse , com arrependimentos. Não, não posso, minha mãezinha. Venha , em sonhos, me ver e falar comigo.
Não, não chore. EU CHORARIA MUITO MAIS....