Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

domingo, 27 de fevereiro de 2011

NÃO MUDA O QUE SOU...


Quando sou amiga, sou amiga por inteiro. Acho que duas pessoas que estão sempre juntas não podem conviver sob um lençol de tantos esconderijos. Tive, até, pena de mim, mesmo abominando tanto este dó...Tanta transparência minha, para que?
Mágoas? não . Tristezas muitas, sentimentos que não podem mais andar lado a lado de mim, posto que estresses e mais e mais já deixaram o meu coração sequelado.
A crônica de hoje é mais um desabafo do que uma curtição. Quero deixar de fora as tristezas que senti hoje de quem nunca esperava. Só não me doeu tanto porque sei que o que vem de fora não muda o que sou eu.Frase célebre. Coloca célebre nisso...
Uma pessoa de inteligência rara já havia me advertido que o melhor é falar de menos. Essa vai ser uma premissa em minha vida.
O início da crônica é personalíssima. Desculpem, meus amados leitores, se não gostarem. Estou contente pelo sucesso do meu segundo blog. Quantos e tantos espaços como estes têm dado aos autores as mais honrosas glórias. Há quem não acredite nesta afirmação por resistência, por vontades, aquelas muito conhecidas , e por não saber avaliar o outro. Até porque nem se auto avaliar sabe.
Já falei, aqui , sobre o orgulho, que eu me distancio pelos bons sentimentos de que sou dotada. Mas, um orgulho inerente, quase uma louvação, eu tenho. Este advém do meu pai, grande escritor , que muito perto de deixar a vida,me disse que eu era uma herdeira intelectual dele. Falo , pela primeira vez, publicamente, desta revelação.
O meu blog está aí, lido por muitos e encobertos por outros.
Mas, estou contente. Agora, sou amiga por inteira de alguém. E haja segredos....Curiosidades mais ainda. Eu, rindo à toa.

*Postada em Portugal em notíciasdalusofonia, no blogue de Ceicinha Câmara, hoje minha grande amiga!!!!!

sábado, 26 de fevereiro de 2011

COM A SENSUALIDADE QUE ME CABE....


Chegou o período carnavalesco. Foi-se o tempo em que brinquei quase todas as prévias e os quatro dias principais.
Acompanhava o grupo sem muito entusiasmo, mas pulava tanto que terminava um tanto exausta e indolente...
Não tanto , mas quanto, conheci a lança perfume, os confetes e as serpentinas. Hoje, nem sei como vai o carnaval enfeitado pela violência. E vocês, leitores?
É um tempo que não me atrai e não mais incentivo os jovens e as jovens a se meterem nesse emaranhado de curtições, que provocam certos medos e que medos!
Restam-nos as Escolas de Samba que nos encantam, mesmo com todo o nudismo e, muitas vezes, falta de pudor. Afinal, se despir já se tornou normal...fora desse contexto de aprovação, não temos mais vez.
Pelo menos, ficamos por trás da televisão, apreciando o belo , as lindas fantasias, torcendo aqui e acolá.
Mas,ainda penso em passar numa praia afastada todo o periodo momesco, afastando-me dos perigos que ameaçam muitos torcedores.
Os foliões estão soltos ao monte. Alguns inocentes, os amantes das bebidas e outros do sexo .
Mas , sinceramente, nada disso me interessa. Estou em outra bem diferente. A noite, minha companheira, eu vivo com requinte e mais prazer.
Acabei de desfrutar um bom Restaurante. E a noite enluarada só me trouxe inspiração. É hora de ficar por aqui. Olhando o mar , fico mais tranquila e mais eu...
Em casa, já estou preparada para curtir um bom filme, trajada com a sensualidade que me cabe!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

SEM ESCRÚPULOS E SEM PUDORES...


Para quem não leu o meu texto ONDE FICOU ELISA? ainda é tempo. Pelos comentários e e-mais recebidos, posso afirmar que fiquei muito contente pelo sucesso, ou quase sucesso, dessa minha crônica. Isso alimenta a alma de qualquer escritor. E eu fiquei deveras alimentada. Por que não?
Hoje estive,sutilmente, pensando nas glórias e nos reconhecimentos recebidos. A minha auto estima subiu de degrau , tão natural quanto considero por tabela.
Não pensem vocês , leitores, que tudo foi bom em minha vida. Quisera poder ser mais clara, deixando de lado todas as minhas censuras, que me deixam em mutismo e me fazem não declarar aquilo ou aquele.
Os estragos que de outros me chegaram também foram relevantes. Educada e, até reprimida perante certas verdades, sofri mazelas e me calo, sem cobranças e sem divulgações. Valha-me Deus tornar-me tão transparente quanto polêmica. Poderia ser o fim do mundo... coitados destes ou daqueles...
Costumo , por vezes, me desnudar. Nem sempre. Grandes estragos que me deixaram um coração machucado e mazelado, também, foram resultado dos estresses, tão melhor tivessem os poderosos se calado e seguido o caminho do bem. Muitos sabem disso e se escondem em baixo dos cobertores, aqueles bordados de falsidades e de medos.
É isso aí, queridos leitores, a vida não é fácil. Os bombardeios externos ferem as pessoas e independem destas, na medida que chegam inusitadamente, sem escrúpulos e sem pudores.
Muitos estragos já feitos não têm retorno. Que os seus autores passem a pensar mais.
Primeiramente, o bem querer. Antes que o sentimento de culpa seja muito forte. Aí, aí, só Deus julgará. E haja preces!

*Esta crônica está postada em Notícias da Lusofonia,PORTUGAL, no blogue de Ceicinha Câmara. vejam lá...

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

CONDUTA POR VEZES ESCANDALOSA...


A tarde de hoje me proporcionou um sono atordoado que me trouxe sonhos misturados, difíceis para uma interpretação analítica, excetuando-se para os grandes sábios profissionais da área.
Em tempos atuais, já não me impressiono, de forma exacerbada, com nada que me acontece ou vejo acontecer. A vida, na sua roda gigante, tem nos mostrado nuances várias que deixa o ator ou o expectador mais atentos do que impressionados.
Estes últimos dias tenho me dedicado a um livro de Oscar Wilde, A ALMA DO HOMEM SOB O SOCIALISMO, que tem me deixado ocupada na tarefa de devorá-lo, posto que constitui , para mim, um ato de prazer e de saber.
Alguns conceitos me fizeram pensar e repensar. Às vezes,ou sempre, é preciso buscar nos grandes escritores as aprendizagens mais profundas. Falando sobre a autoridade, assunto em pauta pelas diversas situações que, ainda, acontecem no nosso dia a dia, refletimos sobre o que diz Oscar Wilde: toda autoridade é degradante. Degradada aqueles que a exercem, como aqueles sobre quem é exercida. E , continua: O homem não é o que tem, mas o que é.
Oscar Wilde, o grande romancista e dramaturgo inglês, marcou a cultura ocidental do século XIX por suas idéias libertárias e sua postura social desprendida e muito escandalosa.
Deixou uma obra elegante, VANGUARDISTA e original.
Muito profundos os seus pensamentos. Para ele não havia necessidade de separar o monarca da plebe: toda autoridade é igualmente má. HÁ O QUE TIRANIZA O CORPO. HÁ O QUE TIRANIZA A ALMA.HÁ O QUE TIRANIZA O CORPO E A ALMA. O primeiro chama-se Príncipe. O segundo chama-se Papa. O terceiro chama-se Povo.
Falar sobre Oscar Wilde é o meu assunto principal. Os estudiosos sempre têm
os seus autores prediletos. Muito avançado para a época ,pode-se falar que foi o maior escritor inglês. Penso que as minhas abordagens podem despertar alguns leitores e isso me faz bem, na medida em que torno o meu blog cultural,cada dia mais.
Agora, despertei melhor do sono e dos sonhos atribulados. Estou contente. Parece que cumpri uma missão....

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

NEM QUERO SABER....


Estava hoje num daqueles dias em que não se sabe, exatamente, o que se passa. Sentia uma indolência e uma inquietação motora que denotava uma ansiedade. Penso que esse tipo de sensação deva acontecer com quase todos.
Nesse meu momento, já noite, parei no espelho principal da casa. Aquele que dá um brilho especial ao ambiente. Muito bonito!
Parei e me demorei , analisando todos os ângulos do meu rosto. Confesso, leitores, que esse tipo de comportamento não me faz bem. Notei-me diferente.Já existiam marcas do tempo e o meu semblante não era o de tempos atrás. Mas, o que queria eu?
Senti saudades do que se foi e pouco conformismo com o que estava presente. O regime alimentar a que tinha sido eu imposta me dava uma percepção de um rosto mais comprido. Na verdade, como poderia mais falar de narcisismo?
Tudo isto me fez lembrar Oscar Wilde, no seu livro O Retrato de Dorian Gray. Tão voltado á beleza estética, não conseguia asssistir ao seu declínio. Constituía um pavor se olhar no espelho revelador das verdades. A escultura, retratando-se quando jovem, passou, talvez, a ser o seu espelho preferido. Ali estava a sua jovialidade e beleza, tudo que lhe fazia se sentir bem.
E o meu espelho? Consegui refletir a necessidade de retoques. Uma maquiagem aqui e outra ali. A cirurgia plástica que devolvia alguns traços. Será?
Poxa, a gente se torna tão amiga dos leitores , que se desnuda a esse ponto. Nem sei como fazê-los ler o texto e esquecê-lo de imediato.
Pensei, naquele momento, que também podemos nos enganar. Faz mal ao coração parar num pensamento que atormenta.
Coloquei uma música. Imaginei-me feliz e jovem dentro de outras realidades tão piores quanto irreparáveis.
Não posso dormir perseverando nesta insatisfação. Tentei ficar mais agradável aos meus olhos. Vesti o que melhor me deixava jovem.
Hoje, notei algumas sombras nos meus olhos. Tirei-as com a ajuda dos artifícios da pintura.
Fui ao espelho novamente. Não sei se vi a verdade.Nem quero saber. Mas, estava outra.
Pensei na minha adolescência. Quem sabe não poderia ir dormir imaginando-a e revivendo-a? O espelho me ajudou a perceber o que queria ver como realidade.
Passei a me sentir melhor. Estou bem. O que quero mais, excetuando-se continuar com o meu espírito jovem , que tantos gostam?
Vamos, agora, sonhar com os anjos?

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

"O CHÃO ESTÁ TREMENDO."


Acho mesmo que o tempo é o senhor da razão. Motivos diversos temos nós para acreditarmos que muitas dúvidas ou certezas, provavelmente, infundadas, serão esclarecidas ao longo do tempo, mais cedo ou mais tarde.
Já me disseram que o trabalho é a escola da vida. E é mesmo, ou quase mesmo, já que nunca imagino se ter nada em sua totalidade.
Sem sombra de dúvidas que, certamente, nada acontece por acaso. Quantas vezes entendemos encontros como desencontros. O tempo mostra que o desencontro era um encontro que traria, e trouxe, muito contentamento.
Gosto de divagar e de refletir. Gasto tempo imaginando, elaborando hipóteses, observando e filosofando. Será que os inteligentes são assim?
No momento, só não quero estresses. Acho que a solidariedade é fundamental e humana, mas cada um, infelizmente, é quem carrega a sua cruz. Não adianta querermos transferir para o outro a nossa dor. Isto não vai acontecer...
Tenho escutado o bom, o certo e as barbaridades. Deparo-me com comportamentos tão estriônicos que, valha-me Deus, fujo deles para não ser contaminada.
É hora de muitas decisões para mim. Decisões sérias e eminentemente dignas de serem muito pensadas. Quando é assim, o segredo é tão grande, que adivinhá-los é arranjar um tormento.
Tenho refletido demais. Chego ao êxtase e volto ao nada. Filosofando ou não, ainda chego lá. E aqueles que ficarem fragilizados se fortaleçam porque " o chumbo é grosso."
Que saudade, meu pai querido, lembra que você dizia, por vezes, que "o chão estava tremendo?" E, agora, pai?

Essa crônica me trouxe lembranças do meu pai. Inteligente e espirituoso, como era, em casa fazia muitas brincadeiras que fizeram parte da nossa vida, minha , de minha mãe e de meus cinco irmãos. Existiram algumas que só nós entendíamos. Era uma "pândega."
MUITAS SAUDADES!!!!!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

ACORDEI JÁ ERA NOITE...


Eita sono reparador foi esse que desfrutei hoje á tarde. Difícil, em épocas pós- turbulência, conseguir dormir sem sombras e sem fantasmas. Sem medos e sem pavores. Deus dos céus!
Acordei , inclusive, antes do final do sonho, por provocação de ente querido que entrou no meu quarto preparado com o esmero da secretária que , a cada dia, faz uma decoração. Parece , até, que conhece o meu gosto à la Oscar Wilde. Impossível, mas satisfaz a minha sensualidade estética. Até que fica belo, belíssimo.
Preocupada com estes momentos inusitados, deixei de falar nesta minha característica, tão minha desde os tempos de Faculdade. Oxalá, meus leitores, estejam bem lembrados do meu narcisismo e da minha sensualidade estética. Deixei-os em latência, mas fiz renascê-los no tempo certo
Acordei já noite. Parece que a lua me chamava para que eu a observasse e fizesse os meus pedidos. Estou acostumada a esse comportamento, que já se tornou um hábito. A lua, com certeza , espera a minha chegada. Neste momento, parece mais iluminada e mais atraente.
Estou contente. Quando a gente está mais descansada, fica tudo mais claro e mais gostoso!
Nesse momento, sinto muitas saudades, apenas, dos amigos, os verdadeiros , que há algum tempo não vejo. Mas, faz falta, muita falta.... Uma ausência danada daquelas que dói na alma e provoca uma solidão sofrida.
Os amigos verdadeiros são pérolas raras e não quero deles me afastar, nem por decreto!