Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

NÃO APRENDI A ESQUECER!


O dia amanhece atípico, contrariando alguns desejos que combinavam com um sol brilhante e forte, ainda próprio do mês de fevereiro.
Chove desde a madrugada e alguns trovões ameaçam a paz do nosso sono.
Os planos se desfazem e os passeios se transformam ou , na maioria dos casos, nos deixam agasalhados nos lençóis, bordados ou não, que nos servem de aconchego.
Tenho tentado mudar muitos caminhos da minha vida. Subserviência não existe mais e preocupações em excesso foram excluídas do contexto.
Incrível o ser humano. Por mais que eu tenha formação em Psicologia, me surpreendo com o homem tão diferente na aparência, do que realmente é.
Ou a gente entra na descrença ou a gente passa a sofrer decepções com sequelas irreparáveis.Às vezes, longe de sermos indiferentes, temos que entrar numa apatia imposta.
Sinto que sou outra. Às vezes para melhor e, quem sabe, outras para pior. Fui doce e muito meiga até o limite do acaso. Chegou o momento de seguir o que manda o figurino. Isto , por questão de sobrevivência.
Confesso, leitores, que esta minha fórmula não tem sido mágica. Passo por solidões e tormentos e me apego a Deus, como nunca tinha feito. A morte , para mim, agora é um mistério de proporções desmedidas. A vida é mais amada, como nunca foi.
Como disse, fiz mudanças em minha vida aparentes, outras só pertencem a mim. Assim sendo, saberão na hora certa em resposta ao recebido. Já disse que não sou perfeita. Sou como muitos, apenas sábia em alguns assuntos e ,outros, em assuntos adversos.
Reitero que perdoo, mas ainda não aprendi a esquecer, meus amados leitores !

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

E MAIS E MAIS....


Nem sei explicar o motivo, ou os motivos, da minha insatisfação quanto as minhas duas últimas crônicas postadas e excluídas posteriormente. Admito que o escritor passa por momentos de busca da perfeição. Após o sucesso de Onde está Elisa?tenha ficado, talvez, intimidada para escrever outra e outras.
Na verdade , tenho permanecido um tanto reclusa no meu apartamento, refletindo mais do que o necessário. Isso não tem me agradado , mas sem estímulos para saídas, acabei me recolhendo a tal e tal prisão.
Hoje é sexta feira. Aí é diferente...
Aqui, em plena Boa Viagem, hoje o panorama está além de todas as belezas naturais e, até mesmo, urbanas.
Com todos os humores e satisfações, ou não, fico em minha varanda, palco de pensamentos , de observações e do mais que vocês possam imaginar, dentro dos limites do permitido. Afinal, não sou santa e perfeita sou quase. Valha-me Deus com tantos desejos!
Obviamente, que não deixo a maturidade levar a energia de que posso desfrutar, aproveitando tudo que me atrai, sem me entregar, jamais, nem mesmo à intolerância daqueles que fazem dos seus quarenta anos a certeza do para sempre. Aliás, para dez anos a mais, falta quase pouco e alguns não se dão conta que o tempo passa para todos.
Tenho experimentado decepções e glórias. Admito que a falta que estou fazendo depois do acaso motivado e sabido por quem provocou, a minha ausência, por vezes, tenha deixado lacunas perceptíveis. Arrependimentos??
Não sou de mágoas, mas de tristezas . Tenho pena dos insensatos e não consigo esquecê-los. Estes não ficarão imunes por toda a vida. Pretendo, em livro aberto, ser mais transparente.
A todos que escrevo e-mails, considero meus amigos. Espero que não me decepcionem. Para vocês, ainda, me desnudarei, fazendo-os saber do meu mundo quase íntimo e tal e tal. Vocês merecem, depois , de tantas leituras, lerem a verdade das maiores verdades.
Tenho por vocês um carinho imenso. Alguns nem sabem o quanto, pois me identifiquei logo no primeiro momento. Foi uma empatia, pelo menos, unilateral. Se recíproca , melhor. Ainda nos encontraremos para conversas mais informais.
A Universidade faz parte da minha vida há quinze anos. Sou um arquivo vivo, ainda vivo. Amo-a e nunca faltei com o meu dever.
Aí vai metade da minha história profissional. O resto conto depois: As fontes dos desejos e mais e mais....

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

ONDE FICOU ELISA?


Pena que tenhamos crescido, deixando para trás tantos mimos que fizeram parte da nossa infância. Existiram, no meu caso, tantas bonecas a quem eu muito amava e foram alvo dos meus contentamentos.
Lembro de Elisa, boneca da minha estimação. Fez parte do meu lúdico e até da minha formação. Deveria ter crescido e guardado muitos brinquedos que, hoje, me dão saudades.
Fui criando corpo e vencendo etapas. Vieram as paixões, os namoros e, até, os desenlaces. Não sei o que mais me marcou: se a infância ou a adolescência. Esta , muitas vezes,me tirou o sono. Aquela me deixou alguns traumas , que eu insisto em deixar latente no meu inconsciente, com um superego que me castra.
Nem mais uma Psicanálise daria jeito. O tratamento foi o meu: uma auto análise que fui fazendo ao longo de muitos anos.
Não é do meu perfil buscar e rebuscar lembranças. Mas, a solidão dessa tarde insignificante, ou não, me fez recordar Elisa. As roupinhas que eu costurava, o antigo vestido balão lilás, os seus cabelos loiros e o meu amor quase materno, prenúncio da boa e extremada mãe que sou e sempre fui.
Estou saudosa dos meus brinquedos que se foram não sei sequer para onde. Cresci e deixei-os, sem imaginar a falta que um dia me fariam.
Não sei se fujo, hoje, da realidade, procurando o lúdico. Um dia nunca é igual ao outro. Parece haver , em mim, uma vontade de voltar. Não, não é isso. É que, hoje, Elisa me faz falta.
Vou buscar na Literatura Freudiana a interpretação do fato!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

FRASES AO VENTO!


Nem sei quem sou quando me jogo nas águas do mar e me deixo entregar aos prazeres e às imaginações do quase inebriante lazer.
Nem sei quem sou quando esqueço a vida que deixei para trás, em busca do amor e da intimidade sem limites.
Nem sei quem sou quando desfruto a noite, como amante notívaga do céu estrelado.
Nem sei quem sou quando conduzo uma solidão doída e mal trabalhada...

Talvez seja necessário ignorar , um pouco, o passado e esquecer as agruras da vida que serviram de momentos tortuosos.
Talvez seja mais eficaz esquecer o mundo traiçoeiro e trazer á tona o que nos alimenta física e emocionalmente.

Deixa que me permita ser mais eu e mais autêntica.
Não sei praticar o mal e, muito menos, esconder a verdade...
Que Deus esteja sempre ao meu lado.
Que o amor triunfe e o perdão nunca seja esquecido! (Eliana Pereira)

sábado, 5 de fevereiro de 2011

PAZ, MUITA PAZ!


Não fossem meus braços cansados e a minha visão turva de tanto ficar acordada, faria uma crõnica fascinante de inspiração atraente.
Olhando na minha frente o retrato do maior amor da minha vida, na sua juventude mesclada de risos e de contentamento, seria o suficiente para digitar palavras de muita beleza e de total e incondicional generosidade.
Estou sozinha.O sono chegou interminável para o meu esposo.A filha meiga e doce , presa ao seu noivo, faz o seu passeio , próprio dos que se apaixonam.
Na solidão do quarto, já tentei a leitura e os telefonemas que não deram certo. O computador é o meu alento, o que sobrou de tudo que precisava para ocupar a mente.
Sinto que faço da solidão a minha companheira. Esta , âs vezes, me faz companhia e , outras vezes, me deixa pensativa. Abomino o sentimento de pena e não é isto que eu inspiro...
Escrevo textos muito pessoais, só não entro na intimidade. Este é o meu modo de ser e de me expressar. Preciso desabafar ou posso até , no bom sentido, sem diagnóstico preciso, fugir da normalidade. Valha-me Deus!
A casa parece falar. Tão preparada é como se esperasse uma visita de grande porte. Está linda!
Reflito e me desnudo. Penso em deitar e me nego a fazer isto. Tenho medo de algumas coisas....Sou chegada a pensar no passado e hoje eu quero paz, muita paz!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

SEGREDOS SÃO SEGREDOS!


Andei um tanto afastada do meu blog. Segredos são segredos e, como tais , não posso ou não devo revelá-los, a não ser em casos íntimos e pessoais.
Quis também fazer uma pausa nas minhas crõnicas. Acho que os leitores merecem descanso. Apesar dos pedidos do meu retorno, perdoem se não pude atendê-los. Existem momentos tão nossos que a intimidade nos leva a reflexões solitárias ou familiares.
Novamente, aqui estou eu em plena sexta-feira ensolarada, sentindo o calor do sol e a satisfação da volta que tanto me une aos meus leitores.
Já era tempo de voltar. Até o meu novíssimo computador reclamava por mim. Confesso, amigos, que foi um tempo de isolamento familiar. Precisava conversar com os meus. Fazer planos, aprender com minha filha, advogada pós-graduada pela UFPE, o Direito e o Português. Ser cúmplice do meu esposo em nossos desejos de fazer mudanças. Um carro mais confortável e o apartamento mais aconchegante. Os outros segredos ficam guardados. Não interessariam a outrem .
Já dizia Cecília Meireles que há tempo de se esconder e outro de sair na rua.
Acordei mais tarde, curtindo o ritual de quem ainda repousa um pouco do inusitado problema coronário.
Que bom que ultrapassei o momento crucial...
De tudo se aprende uma lição. Aprendi , até, a conhecer melhor os visitantes e os não visitantes, os desejosos de me verem boa, os devotados e os avessos, os curiosos e os afastados que tanto me causaram espanto. Conheço melhor, agora, os verdadeiros e os mascarados. A todos agradeço e dou , também, o meu perdão. Deram-me uma contribuição, nem que tenha sido o do conhecimento consolidado.
Mas, aqui estou eu, curtindo a maravilha do dia, entre risos e gargalhadas.O bom é aproveitar a vida de tão boa que eu sinto agora!
Tudo tem mais graça e mais sabor!!!!

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

QUE EU ACORDE E DURMA EM PAZ!


Deixa que eu sinta a brisa em meus cabelos
A suavidade em meus pensamentos
A certeza do bem consolidada
A esperança como verdade
A festa em meu coração.
Um caminhar tranquilo
Um sono com bons sonhos
Uma alegria manifesta
Um amor sublime
Uma realidade sem fantasmas.
Deixa que eu acorde sem sobressaltos
Que a angústia se faça ausente
Que a minha fé aumente sempre
Que o desespero não exista
Que a minha alma sinta um bem estar.
Deixa que eu acorde e durma em PAZ! (Eliana Pereira Liang)

*** Esta quase poesia deverá ser postada na minha lápide...06/02/2011